Além das restrições relacionadas às postagens, a campanha também citou que comandos para geração de imagens de inteligência artificial não permitem a criação de conteúdos sobre Lula.
Contudo, a criação de imagens relacionadas ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) está liberada.
Na petição enviada ao TSE, os advogados da campanha afirmaram que o algoritmo da Meta está “enviesado” e pratica “seletividade algorítmica” para beneficiar Flávio.
A campanha também afirmou que Meta é alinhada ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e exerce “pressões” sob o eleitor brasileiro.
A suposta seletividade da Meta já está judicializada no TSE desde a semana passada. Conforme representação enviada ao tribunal, o PT disse que há pelo menos 255 perfis falsos contra a campanha de Lula.
O caso é avaliado pelo ministro Marco Aurélio Belizze.
Em nota, a Meta informou que proibiu a recomendação ou geração de imagens de candidatos.
Matéria atualizada às 19h para acrescentar posicionamento da Meta.
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