Honestino Guimarães, estudante desaparecido aos 26 anos após ser detido, tornou-se um dos principais símbolos da defesa da democracia durante a ditadura militar.
A trajetória do militante é retratada no filme Honestino, que chega aos cinemas nesta quinta-feira (13/8). Bruno Gagliasso, protagonista da produção, revelou que não conhecia a história do líder estudantil antes de receber o convite para o papel.
11 imagensFechar modal. 1 de 11Honestino mistura documentário e ficção para contar a história de um dos principais símbolos da resistência à ditaduraDivulgação2 de 11Honestino Guimarães e Isaura tiveram uma filha chamada JulianaDivulgação3 de 11A produção resgata a trajetória de Honestino Guimarães, desaparecido após ser preso durante a ditadura militarDivulgação4 de 11A produção resgata a trajetória de Honestino Guimarães, desaparecido após ser preso durante a ditadura militarDivulgação5 de 11Dirigido por Aurélio Micheles, o filme chega aos cinemas nesta quinta-feira (13/8)Divulgação6 de 11Divulgação7 de 11O longa reúne depoimentos de familiares e amigos de Honestino Guimarães ao lado de cenas dramatizadasDivulgação8 de 11Honestino Guimarães com a então esposa, IsauraDivulgação9 de 11Bruno Gagliasso gravou cenas na Universidade de Brasília (UnB), onde Honestino estudou e foi expulso em 1968 Divulgação10 de 11Bruno Gagliasso interpreta Honestino Guimarães no filme que retrata a trajetória do líder estudantil desaparecido em 1973 Divulgação11 de 11Honestino Guimarães com a filha, JulianaDivulgaçãoDirigido por Aurélio Micheles, que conheceu Honestino e também foi reprimido durante a ditadura, o longa reúne relatos de amigos e familiares do desaparecido político.
Para Bruno, interpretar o personagem representou um compromisso que vai além da atuação.“Eu não conhecia o Honestino, é uma vergonha. Eu quero que meus filhos saibam quem foi Honestino Guimarães, eu quero que eles tenham orgulho das minhas escolhas profissionais.
Eu quero que esse filme chegue a maior parte do Brasil, se possível do mundo”, disse o ator em coletiva de imprensa. A produção mistura documentário e ficção. Entre os depoimentos de pessoas próximas a Honestino, estão cenas dramatizadas por Bruno Gagliasso, gravadas em diferentes locações, como a Universidade de Brasília (UnB), de onde o líder estudantil foi expulso em 1968 após se tornar uma das principais lideranças do movimento estudantil na capital.
a última delas, em 1973, foi detido pelo Centro de Informações da Marinha e nunca mais foi visto. Mais de quatro décadas depois, o desaparecimento do líder estudantil segue sem uma conclusão definitiva.
A Comissão Nacional da Verdade aponta que Honestino foi preso por agentes do Estado, mas não conseguiu esclarecer as circunstâncias da detenção nem a causa da morte.
O corpo do estudante nunca foi encontrado. Em 2024, a UnB concedeu um diploma póstumo em homenagem ao ex-aluno.
Honestino mistura documentário e ficção para contar a história de um dos principais símbolos da resistência à ditadura.
Honestino Guimarães e Isaura tiveram uma filha chamada Juliana.
A produção resgata a trajetória de Honestino Guimarães, desaparecido após ser preso durante a ditadura militar.
Dirigido por Aurélio Micheles, o filme chega aos cinemas nesta quinta-feira (13/8).
O longa reúne depoimentos de familiares e amigos de Honestino Guimarães ao lado de cenas dramatizadas.
Honestino Guimarães com a então esposa, Isaura.
Bruno Gagliasso gravou cenas na Universidade de Brasília (UnB), onde Honestino estudou e foi expulso em 1968.
Bruno Gagliasso interpreta Honestino Guimarães no filme que retrata a trajetória do líder estudantil desaparecido em 1973.
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A ausência de imagens em vídeo de Honestino tornou a composição do personagem um desafio para o ator. Ainda assim, ele afirmou ter mergulhado no papel de “peito aberto”.
O resultado emocionou pessoas que conviveram com o militante.
Entretenimento “O que mais me emocionou nessa história inteira foi ouvir da ex-esposa dele como eu estava parecido com ele e andando como ele. E ela falou: ‘Mas você viu imagens?’.
Eu falei: ‘Não, como você, eu também não vi’”, relatou. “Eu acho que é muito mais sobre composição como ator, acho que é como ser humano.”.
Honestino foi preso cinco vezes por causa da atuação política. Na última delas, em 1973, foi detido pelo Centro de Informações da Marinha e nunca mais foi visto.
Fontes
Informação baseada em material público de Metrópoles Entretenimento, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.