Antes do nome artístico, havia Uday Vellozo, nascido em Nova Friburgo (RJ) em 1941. Nos palcos e nos discos, virou Benito di Paula: crooner de boates do Rio e de São Paulo, depois fenômeno nacional dos anos 1970, com cabelos longos, bigode e um piano sempre no centro da cena.

Canções que ficaram
- Retalhos de Cetim (1973) — marco da carreira; também gravada por Jair Rodrigues e artistas internacionais.
- Charlie Brown, Mulher Brasileira, Do Jeito que a Vida Quer
- Se Não For Amor, Vai Ficar na Saudade, Tudo Está no Seu Lugar, Proteção às Borboletas
A imprensa associou seu estilo ao “samba-jóia” — mistura de samba tradicional com melodia romântica. Benito vendeu, segundo biografias e reportagens, mais de 50 milhões de discos, fez turnês internacionais e chegou a apresentar o programa Brasil Som 75 na TV Tupi.
Nas últimas décadas manteve-se nos palcos e gravou com o filho Rodrigo Vellozo, inclusive o álbum O Infalível Zen (2020). Em julho de 2026, o show Benito 85 foi sua última aparição pública — um adeus antecipado que agora ganha outro sentido.
“Uma maneira particular de aproximar o samba da música romântica, com o piano no centro das interpretações.”
Síntese da trajetória · O Globo / UOL sobre a carreira
Por Amin Feres, redator da ULTRA NOTÍCIAS. Informações: UOL Splash e O Globo.
Série especial · Benito di Paula
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