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Eleições 2026

Candidatos à Presidência reúnem apoiadores no último dia de campanha

Eles participaram de atos no Rio de Janeiro, em São Paulo e Minas Gerais, mobilizando multidões.

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Urna eletrônica — Eleições 2026

Ele discursou brevemente agradecendo o apoio. "Vocês estão fazendo parte dessa história" declarou.

Com apoio dos deputados federais eleitos Nikolas Ferreira (PL-MG) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), do senador eleito Dalagnol e do governador de São Paulo Tarcísio Freitas (Republicanos), Flávio disse que os próximos anos serão de " felicidade, prosperidade, liberdade e vitória porque o Brasil vai vencer.

O candidato também estava acompanhado da esposa, Fernanda, e do governador eleito no Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL). Entre os apoiadores, muitas famílias com crianças, motociclistas e lutadores de jiu-jitsu.

A família Gracie, referência na modalidade, foi saudada pelos mestres de cerimônia do evento.

A manifestação se deslocou em direção ao Condomínio Vivendas da Barra, onde a família Bolsonaro tem uma casa. O trajeto foi de cerca de 1 quilômetro.

Apoiadores usavam camisetas da seleção, verde-amarelo e portavam faixas adesivos e outros adereços com a frase "Fora Lula". Também se viam muitas bandeiras de Israel.

Candidato à reeleição, Lula também reuniu apoiadores no Rio de Janeiro, mas na orla de Copacabana, em uma caminhada que começou no fim da manhã. Em um breve pronunciamento aos jornalistas antes do evento, ele destacou que essa foi a disputa eleitoral em que mais enfrentou mentiras do lado adversário, representado pelo senador Flávio Bolsonaro.

Lula ainda agradeceu a mobilização de apoiadores durante o segundo turno e afirmou que “não se ganha eleição sem o povo”. Segundo ele, os brasileiros querem “mudança para frente e não retroceder”, citando o que chamou de desmontes na cultura, educação, trabalho, saúde e infraestrutura, ocorridos no governo anterior de Jair de Bolsonaro, pai de Flávio.

O candidato do PT estava acompanhado da primeira-dama, Janja Lula da Silva, e de políticos aliados, como ministros, ex-ministros, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere, e o ex-prefeito Eduardo Paes, entre outros.

Durante a caminhada de pouco menos de 1 quilômetro, trios elétricos e o carro onde estava o presidente foram saudados pela multidão, que ostentava as cores vermelho, do PT, e o amarelo, da camisa da seleção brasileira.

O público presente também levava cartazes que exaltavam feitos do atual governo e colocavam em dúvida a garantia de direitos em caso de vitória da campanha adversária.

O presidente lembrou ainda o caso Ana Clara, menina de 5 anos que morreu em uma comunidade em Niterói, no Rio de Janeiro, atingida por tiro de fuzil disparado por um soldado da Polícia Militar (PM), em 2021.

O senador Flávio Bolsonaro defendeu a inocência do PM.

Ao fim da caminhada, ele fez um chamado ao voto feminino e disse que são as mulheres que vão ganhar a eleição. “Cada mulher que sentiu a dor daquela mãe que perdeu um filho, uma menina de 5 anos, com a bala de um policial bandido, cada mulher não pode votar no miliciano”, disse.

Pela manhã, o candidato Flávio também participou de uma motocarreata em Belo Horizonte, capital mineira, acompanhado de outras lideranças da direita como o deputado federal Nikolas Ferreira e o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas.

O senador fez o trajeto em cima de um trio elétrico e deixou o evento sem discursar.

Em publicação nas redes sociais, Flávio também falou àqueles que ainda estão indecisos sobre a escolha para o segundo turno. Para o candidato do PL, o Brasil está “unido do mesmo lado, que é o lado da mudança”.

Também em um segundo evento, à tarde, Lula encerrou a campanha em ato na Avenida Paulista, em São Paulo. O candidato novamente destacou o apoio popular e a confiança na possibilidade de uma virada.

Na capital paulista, o candidato voltou a criticar as posturas do candidato Flávio Bolsonaro, como a defesa do policial que matou a jovem Ana Clara e a suposta proximidade com milícias fluminenses.

*Colaboraram Guilherme Jeronymo, de São Paulo, e Isabela Vieira e Bruno de Freitas Moura, do Rio de Janeiro.

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