As tarifas, que entrariam em vigor na quarta (19), haviam sido adiadas por três dias enquanto as negociações seguiam, mas tiveram início com o fracasso das negociações.
O governo canadense se negou a aceitar as condições propostas por Washington, e o primeiro ministro do Canadá, Mark Carney, afirmou que irá igualar "dólar a dólar" as tarifas americanas.
Segundo o representante canadense, "as mudanças de última hora nos termos propostos pelos Estados Unidos eram injustas, antieconômicas e colocavam em dúvida a confiabilidade de qualquer acordo.
O representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, afirmou que o Canadá mantinha suas "retaliações prolongadas" contra os Estados Unidos, incluindo proibições sobre determinados bens e serviços americanos.
Um dos principais incômodos teria sido a retirada de bebidas alcoólicas norteamericanas das lojas nas províncias canadenses.
O governo canadense buscava aliviar as tarifas de Donald Trump, que causaram perdas de empregos na economia canadense e tensionaram a relação comercial até então próspera entre os dois parceiros.
Carney também afirmou que o país precisa se diversificar e reduzir sua dependência dos Estados Unidos, que respondem por quase 70% das exportações do Canadá.
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.