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Economia Revisado por ULTRA AI

A Evertec acelerou em aquisições no Brasil nos últimos anos. Para onde crescer agora?

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Economia — imagem padrão

A Evertec passou por um ciclo acelerado de crescimento desde a sua chegada ao Brasil. Em três anos, uma sequência de aquisições expandiu o portfólio da companhia em tecnologia para o sistema financeiro e alçou o país ao posto de segundo principal mercado da companhia.

Com o negócio, a Evertec levou um spin-off da TOTVS com participação da B3 e trouxe mais de 15 mil clientes atendidos nos mercados de riscos e seguros, banking e fundos.

No início do ano, a empresa também expandiria sua atuação em tokenização, ativos digitais e infraestrutura blockchain com a BBChain.

Duas frentes foram abertas a partir da estratégia de crescimento inorgânico. A Evertec expandiu seu portfólio de produtos para o sistema financeiro de um lado e, do outro, entrou no principal mercado disponível para a companhia na América Latina.

Em poucos anos, o Brasil passou a representar 35% da receita da companhia, atrás apenas de Porto Rico, onde foi fundada.

Um dos casos é o mercado de seguros. A aquisição da Dimensa trouxe consigo um ERP (software de integração de processos de negócio) dedicado às corretoras. Prado entende que ainda faltam, no entanto, soluções em sistemas destinados especificamente ao segurador: “No passado chegamos a olhar para empresas do tipo, mas as negociações não andaram”.

Leia mais: Após Santander e Brava, BBI aponta “predadores” e empresas que podem ser adquiridas.

Outro segmento é o de previdência aberta. Neste caso, no entanto, o caminho poderia ser o da adaptação da sua solução de previdência fechada — aquelas que aceitam apenas um grupo, normalmente vinculadas a uma empresa para seus funcionários –, e não via aquisições.

Mas o ritmo de aquisições dos últimos anos pode levar a operação da Evertec a segurar o ímpeto de investimentos no mercado brasileiro. “Hoje, a companhia olha com uma visão de portfólio.

Talvez, com um grau maior para eventuais oportunidades de expansão inorgânica na América Latina e menos no Brasil”, aponta Prado.

Porto Rico representa cerca de 40% a 45% das receitas da companhia. A empresa nasceu no país como um spin-off da área de tecnologia do Banco Popular de Porto Rico, maior instituição financeira privada do país.

O braço foi vendido como uma alternativa de liquidez aos efeitos da crise do subprime dos Estados Unidos, em 2009.

Fontes

Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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