A lista de medidas adotadas pelo governo Lula com impacto eleitoral alcançou R$ 290 bilhões, considerando valores previstos para 2026 e 2027, e gera pressão sobre a dívida pública, segundo reportagem de capa da Folha de S.Paulo deste domingo (18).
Em agosto, a dívida bruta do governo geral (DBGG) chegou a 82,9% do PIB, o maior patamar em cinco anos, de acordo com o jornal. Parte das iniciativas não afeta as regras fiscais da mesma forma — algumas entram como despesas financeiras —, mas boa parte pesa no endividamento.
O alerta dos economistas
A Folha registra que economistas veem necessidade de um ajuste nas contas de pelo menos R$ 250 bilhões no próximo mandato para estabilizar a dívida. Sem esforço nessa ordem, o mercado pode continuar cobrando juros altos para financiar o país.
O tema deve seguir no centro do segundo turno: Flávio Bolsonaro critica o que chama de “bondades” eleitorais, enquanto o governo nega uso político das medidas. O ULTRA acompanha a disputa fiscal e o impacto no bolso do eleitor até o dia 25.
Por Amin Feres, redator da ULTRA NOTÍCIAS. Informações: Folha de S.Paulo (manchete de 18/10/2026).
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