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Economia Revisado por ULTRA AI

Justiça condena marca infantil por copiar concorrente fundada por ex-funcionários

Gato Mia acusou rival Stylezee de reproduzir suas coleções de roupas; duas empresas são catarinenses

2 min de leitura
Economia — imagem padrão

Em disputa que envolve acusações de cópias de coleções de roupas, assédio a funcionários e pressões sobre lojas para boicotar uma das empresas, a Justiça de Santa Catarina condenou a Stylezee Confecções, dona da marca Málagah, por copiar coleções da Gato Mia Confecções, criadora das grifes Petit Cherrie e Mon Sucré.

A sentença foi proferida pelo juiz Vitor Mendonça Maia, da 3ª Vara Cível da Comarca de Criciúma. Cabe recurso.

A Gato Mia foi fundada em 2000 para produzir roupas infantis para o varejo. A partir de 2010, iniciou marcas de moda de luxo para crianças. A Stylezee nasceu em 2017, iniciada por ex-funcionários da Gato Mia.

Essa origem deu origem à briga na Justiça.

A coluna tentou entrar em contato com as duas empresas, por e-mail, nesta segunda-feira (24). Não houve resposta.

A Gato Mia acusou a Stylezee de concorrência desleal. Alegou que a rival fez "imitação servil", termo que se refere à empresa que produz cópia tão fiel dos produtos de uma concorrente (modelagem, estampas, cores, embalagem, fotos) que o consumidor pode não distinguir entre as marcas.

Também reclamou que a Stylezee tentou aliciar funcionários e representantes comerciais da Gato Mia.

Nos autos, a Stylezee afirmou que suas peças eram criações originais, inspiradas em tendências conhecidas no mercado geral da moda. Argumentou que não existia cláusula de não concorrência em contrato com os ex-funcionários que abriram a empresa.

Também negou ter assediado colaboradores da Gato Mia.

Em depoimentos, testemunhas e lojistas falaram também em pressões da Gato Mia para não vender roupas fabricadas pela Stylezee.

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Fontes

Informação baseada em material público de Folha Mercado, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Mercadolink

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