Agências de notícias confirmaram intensa ofensiva das forças israelenses no sul do Líbano, com registro de bombardeios aéreos perto de Ali al-Taher e Al-Qusayr; houve também demolições na cidade de Haddatha.
No sul do Líbano, as colinas de Ali al-Taher e as proximidades de Al-Mansouri registraram um aumento da presença militar de Israel, segundo agências de notícias.
Nesta segunda-feira, agências confirmaram uma intensa ofensiva das forças israelenses na zona, marcada pela demolição de estruturas na cidade de Haddatha e por bombardeios aéreos perto de Ali al-Taher e na periferia de Al-Qusayr.
Disparos de artilharia israelense atingiram a cidade de Mansouri, na província do Sul, enquanto forças de Israel realizaram operações de demolição com tratores em Houla, na província de Nabatieh.
A área fronteiriça está sob a vigilância da Força Interina das Nações Unidas no Líbano, Unifil, incumbida de monitorar a Linha Azul, a demarcação estabelecida pela ONU em 2000 para confirmar a retirada das forças de Israel do sul do país.
As forças internacionais também registram “qualquer presença militar que viole a Resolução 1701 do Conselho de Segurança”, além de acompanhar a movimentação de grupos armados não estatais em sua área de operações.
Jé em Gaza, a tensão expandida o drama humano atinge níveis tidos como desoladores. Ocorrem disparos de artilharia, demolições de casas e queima de campos agrícolas, apesar da trégua.
Em Deir al-Balah, um refúgio precário improvisado para famílias forçadas a abandonar seus lares transformou-se em tragédia quando um ataque israelense atingiu diretamente uma tenda de deslocados.
Agências humanitárias em territórios palestinos confirmaram que a ação deixou pelo menos dois mortos e vários feridos, espalhando pânico entre civis que já não encontram nenhum ponto seguro para sobreviver em meio ao conflito contínuo.
Diante do agravamento da crise em Gaza e na Cisjordânia, a relatora especial* da ONU sobre a situação dos direitos humanos nos territórios palestinos ressaltou recentemente uma realidade “de uma pressão sem precedentes”.
Francesca Albanese pediu a criação e o envio imediato de uma força internacional de proteção, reforçando que o envio desse contingente neutro é uma medida urgente e inadiável para salvaguardar a população civil indefesa.
Segundo ela, essa medida abriria caminho definitivo para o fim da presença israelense, sustentando que apenas intervenções concretas da comunidade global poderão deter a espiral de violência que assola a região.
Fontes
Informação baseada em material público de ONU News, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.