Com mais de 3 bilhões de usuários no mundo, a Meta é alvo de um grupo de estados que afirmam que a empresa criou seus produtos para viciar as crianças e coletar seus dados.
O julgamento acontece na Califórnia e deve durar até o fim de setembro.
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Documentos internos da Meta apresentados ao júri indicam que a função que permite ao usuário configurar lembretes para parar de rolar a tela teve uma taxa de adesão de 1,8%.
Já o modo que silencia as notificações noturnas foi ativado por 8,7%.
A juíza Yvonne Rogers, que decidirá o caso tendo o veredito do júri como referência, pareceu surpresa com o fato de Fogu desconhecer os dados internos. O diretor se mostrou combativo em alguns momentos, durante o interrogatório de um dos advogados dos estados.
Outros ex-funcionários também disseram que as ferramentas eram ineficazes.
Na minha experiência, 'Take a Break' é uma função desenvolvida para falhar", declarou na semana passada Arturo Bejar, ex-diretor de engenharia da Meta.
Segundo ele, a diretoria não aprovou a ativação do modo silencioso por padrão para adolescentes mais jovens, o que prejudicou a sua adoção, uma vez que a função não era facilmente localizada no aplicativo.
Ativar os recursos de segurança por padrão teria "um impacto negativo considerável" na interação dos usuários, acrescentou.
Em números
- Com mais de 3 bilhões de usuários no mundo, a Meta é alvo de um grupo d
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Economia, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.