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Economia

Crise da Nike se agrava, e empresa anuncia novos cortes de empregos

Companhia prevê queda de receita maior que a esperada e ações recuam 8,5% após projeção.

2 min de leitura
Crise da Nike se agrava, e empresa anuncia novos cortes de empregos

A Nike está aprofundando sua reestruturação sob o comando do presidente-executivo Elliott Hill.

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  • 🔍 O cenário aumentou a preocupação dos investidores com o ritmo da recuperação liderada por Hill. As ações da empresa caíram 8,5% no pregão estendido.

Diante do agravamento das dificuldades na China, a empresa anunciou um plano para cortar mais empregos e reorganizar suas divisões globais de negócios, depois de projetar uma queda mais acentuada que o esperado na receita anual.

A previsão divulgada na quinta-feira (1º) indica que os desafios da Nike devem persistir por pelo menos mais alguns trimestres, especialmente na China, onde as vendas caíram 26% em moeda constante no primeiro trimestre.

Reestruturação mira redução de custos.

A empresa vem tentando retomar o crescimento sob a gestão de Hill, com foco renovado em modalidades estratégicas, como a corrida, e na reconstrução de relacionamentos com varejistas atacadistas.

Analistas, porém, afirmam que as dificuldades decorrem em grande parte da falta de lançamentos de produtos novos e atraentes em volume suficiente, o que aumentou a necessidade de promoções e descontos.

A Nike, que também registrou receita no primeiro trimestre abaixo das expectativas dos analistas, anunciou mudanças em seu modelo operacional.

As medidas incluem cortes de pessoal e a reorganização da companhia em três regiões geográficas — Américas, Ásia-Pacífico e Grande China, e EMEA —, em vez de quatro.

A companhia informou que ainda não definiu quantos cargos serão eliminados como parte da reestruturação. As notificações aos funcionários começarão em 2027.

A maior parte desse valor deve ser obtida nos anos fiscais de 2029 e 2030.

A Nike prevê que sua receita caia em um percentual na faixa alta de um dígito no ano fiscal de 2027. Em média, os analistas estimam uma queda de cerca de 2% na receita anual, segundo dados compilados pela LSEG.

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