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Economia

Com volta ao presencial e empresas em expansão, preço do aluguel de escritórios bate recorde em SP

2 min de leitura
Com volta ao presencial e empresas em expansão, preço do aluguel de escritórios bate recorde em SP

De acordo com o levantamento, a alta dos preços foi puxada principalmente pelo aumento da procura por escritórios, impulsionada tanto pelo retorno ao trabalho presencial quanto pela expansão das empresas.

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Segundo Simone Santos, sócia-diretora da Binswanger Brazil, esse movimento também aparece na queda da taxa de vacância, que indica a proporção de espaços comerciais que estão desocupados.

A taxa ficou em 12,9% no terceiro trimestre, abaixo dos 15,5% registrados no mesmo período de 2025 e dos 20,8% de dois anos atrás. Na comparação com o segundo trimestre deste ano, porém, houve uma pequena alta, de 12,1% para 12,9%.

Outro fator que tem aumentado a procura é a busca das empresas por edifícios “Triple A”, imóveis comerciais de alto padrão que se destacam pela localização, infraestrutura tecnológica, eficiência operacional, flexibilidade dos espaços e qualidade da construção.

Apesar da alta recente, Santos afirma que os preços dos aluguéis ainda não foram suficientes para repor as perdas acumuladas pelo setor na última década. Por isso, segundo ela, ainda há espaço para valorização.

Oferta de novos escritórios aumenta.

O levantamento da Binswanger mostra, ainda, que a entrada de novos escritórios de alto padrão mais que dobrou no terceiro trimestre em relação aos três meses anteriores.

Três empreendimentos chegaram ao mercado na cidade de São Paulo: Alto das Nações, Cyrela Oscar Freire e Franca. Juntos, eles acrescentaram 143 mil metros quadrados ao estoque de escritórios, ante 66 mil metros quadrados no segundo trimestre e 16 mil metros quadrados no mesmo período do ano passado.

A chegada dos novos empreendimentos foi acompanhada pela maior ocupação de espaços. A absorção líquida, que considera o saldo entre áreas ocupadas e devolvidas, cresceu 4,8% no trimestre, para 88 mil metros quadrados.

Segundo Santos, o movimento de valorização também tem se espalhado por outras regiões da capital voltadas ao mercado corporativo.

Além de regiões que tradicionalmente concentram a demanda por escritórios, como Faria Lima, Itaim Bibi e Juscelino Kubitschek, outros locais também ganharam destaque, como Chucri Zaidan e Pinheiros.

Em números

  • Juntos, eles acrescentaram 143 mil metros quadrados ao estoque de escritórios, ante
  • 66 mil metros quadrados no segundo trimestre e 16 mil metros quadrados no mesmo período do ano passado
  • Que considera o saldo entre áreas ocupadas e devolvidas, cresceu 4,8% no trimestre, para 88 mil metros quadrados

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