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Polícia tenta identificar 5° envolvido no linchamento de Cláudio Rafael; imagens mostram homem dando chutes

Segundo a investigação, comerciantes contrataram de forma irregular os seguranças Davi Santos Machados e Jorge Luiz Ricardo Dias, seguranças presos por particip.

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Polícia tenta identificar 5° envolvido no linchamento de Cláudio Rafael; imagens mostram homem dando chutes

Polícia ouve novos depoimentos sobre espancamento que terminou em morte em Copacabana.

A Polícia Civil tenta identificar um quinto agressor que aparece em novas imagens dando chutes na cabeça de Cláudio Rafael Landeiro, de 37 anos, espancado até a morte após ser acusado injustamente de roubar uma bicicleta em Copacabana, na Zona Sul do Rio.

Quatro pessoas já foram presas pelo assassinato: dois seguranças e dois entregadores, que respondem por homicídio triplamente qualificado.

Nesta terça-feira (25), a polícia ouviu cinco pessoas durante a investigação. Entre elas estão três comerciantes de Copacabana, donos de um bar, um restaurante e uma farmácia.

Delegado aponta omissão de socorro e lesão corporal por envolvidos no caso do espancamento de Cláudio Rafael.

Segundo a investigação, eles contrataram de forma irregular os seguranças Davi Santos Machados e Jorge Luiz Ricardo Dias, presos por participação nas agressões.

Filho de comerciante presenciou agressões.

João Cleber Santiago, filho do dono do bar, também prestou depoimento. Ele presenciou as agressões contra Cláudio, mas não interferiu para impedir a violência e é investigado por possível omissão de socorro.

Segundo João Cleber, ele pediu insistentemente para que Davi não atingisse Cláudio na cabeça. Ainda de acordo com o depoimento, entregadores que estavam no local incentivavam as agressões e faziam ameaças e xingamentos contra a vítima.

A funcionária do bar Rayane de Souza Batista Silva, que teria entregado um porrete ao segurança Davi, também foi ouvida. Ela pode responder por lesão corporal.

A polícia também quer ouvir o homem apontado como chefe dos seguranças. A expectativa é concluir a investigação até a próxima semana.

Nem os advogados dos investigados nem os comerciantes ouvidos nesta terça-feira (25) quiseram falar com os jornalistas na saída da Delegacia de Copacabana. Rayane de Souza Batista Silva e João Cleber Santiago também não deram declarações à imprensa.

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