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Esportes

A subversão da ordem no futebol

Meio-campo não é mais dividido entre volantes marcadores o camisa 10 armador

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Esportes — imagem padrão

Raphinha vive seu melhor momento no Barcelona e no futebol, atuando na posição de centroavante, o que nunca tinha ocorrido, pois sempre foi um atacante pelas pontas ou um meia ofensivo centralizado e próximo à área.

Além de dar excelentes passes para gols, Raphinha marcou 14 vezes em oito jogos na atual temporada. Diferentemente dos clássicos centroavantes que atuam centralizados, fixos, Raphinha se movimenta por todo o ataque e aproveita muito bem suas excepcionais qualidades: a velocidade para receber a bola entre os zagueiros e as precisas finalizações.

Muitos perguntam por que Raphinha não brilha na seleção. Entre vários motivos, o mais lógico é porque no Barcelona ele atua próximo a Lamine Yamal e à frente de um excepcional meio-campo, formado por Rodri, um pouco mais recuado, e dois meio-campistas (Pedri e Olmo ou Fermin), todos da seleção da Espanha.

Os dois estão, com frequência, próximos a Raphinha e à área.

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