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Brasil

Ministério da Igualdade Racial quer apurar racismo em ato bolsonarista

“É inaceitável que uma pessoa negra seja acorrentada e humilhada, especialmente por reproduzir uma dinâmica já reconhecida pela Organização das Nações Unidas co

2 min de leitura
Brasil — imagem padrão

Um vídeo publicado em diversas redes sociais e sites de notícias mostraram um militante bolsonarista branco conduzindo um homem negro acorrentado, durante o último ato de campanha do candidato à Presidência da República, senador Flávio Bolsonaro (PL), neste sábado (24), na Praça do Ó, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

O candidato estava em um trio elétrico acompanhado do deputado federal Nikolas Ferreira (PL), do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL).

Na imagem é possível ver que o apoiador de Flávio Bolsonaro estava vestido de calça e jaqueta verde e branco com aplicações da bandeira do Brasil, camisa e tênis azuis.

O homem negro acorrentado estava com uma camisa com listras vermelho e preto, bermuda preta e carregava um tridente. O homem branco se refere ao homem negro como “Luladrão, Satanás e Capiroto”.

Mais cedo, a deputada federal eleita pelo Rio de Janeiro Anielle Franco (PT) publicou uma mensagem no seu perfil na rede social X informando que iria acionar o Ministério da Igualdade Racial para que adotasse as medidas necessárias tanto em relação ao caso de racismo no Rio de Janeiro quanto ao de intolerância religiosa em Belo Horizonte, ambos ocorridos em atos bolsonaristas.

Na capital mineira, uma mulher rasgou uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, durante um ato pró Flávio Bolsonaro.

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