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Justiça converte prisão preventiva para domiciliar de policial civil suspeita de forjar apreensão de drogas

A defesa de Ana Luiza Guimarães Carvalho apresentou laudos médicos que atestam problemas de saúde. Outros dois policias seguem presos preventivamente.

2 min de leitura
Justiça converte prisão preventiva para domiciliar de policial civil suspeita de forjar apreensão de drogas

A Justiça converteu nesta quarta-feira (30) a prisão preventiva de Ana Luiza Guimarães Carvalho para domiciliar. A policial civil é investigada por suspeita de participação em uma suposta fraude na apreensão de drogas durante uma operação realizada em agosto, na região da Pampulha, em Belo Horizonte.

Policial civil vai cumprir prisão domiciliar.

Segundo a defesa da policial, Ana Luiza apresenta depressão intensa, apatia, prostração e ansiedade.

O Ministério Público foi favorável à converssão da prisão com base em relatórios e documentos emitidos pela Casa de Custódia da Polícia Civil e pelo Hospital da Polícia Civil.

Além de Ana Luiza, os policiais Rodrigo Otávio e Rafael Egg também estão detidos na Casa de Custódia por suspeita de participação nas irregularidades da ação.

A operação foi realizada no dia 7 de agosto por policiais do Departamento Estadual de Combate ao Narcotráfico (Denarc).

Os investigados participaram do cumprimento de um mandado de busca e apreensão que tinha como alvo Matheus Bruno Andrade Fernandes, filho de uma policial civil, e o pai dele, Bruno Gleidson Fernandes.

Na ocasião, eles afirmaram ter encontrado uma arma e uma barra de maconha na residência. No entanto, dias depois, imagens registradas pelos próprios policiais levantaram suspeitas sobre a forma como a droga foi localizada.

Em nota, Polícia Civil de Minas Gerais informou que recebeu o alvará de soltura para Ana Luiza Guimarães Carvalho e que realiza os procedimentos legais para o efetivo cumprimento da ordem judicial.

A Corregedoria da Polícia Civil investiga o caso.

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