Segundo o Ministério Público, laudos ainda apontaram que Gato Preto estava sob efeito de álcool, ecstasy e maconha quando avançou o sinal vermelho.
Vídeo mostra Porsche de Gato Preto e Bia Miranda passando sinal vermelho.
Os ocupantes do HB20 eram Edilson Maiorano e seu filho, Ivan Bartalot Pereira Maiorano. Ivan sofreu fraturas na mandíbula e precisou de acompanhamento médico por três meses.
Após a batida, antes de fugir, Bia Miranda gravou a cena e publicou o vídeo nas redes sociais. Nas imagens, ela se referiu a Edilson como “senhorzinho” e chamou o carro da vítima de “lixo”.
Em maio deste ano, Gato Preto e Bia Miranda viraram réus por duas tentativas de homicídio por dolo eventual — quando se assume o risco de matar — em razão do acidente.
O magistrado considerou os ferimentos e os impactos psicológicos sofridos pelas vítimas. Segundo a decisão, Ivan foi retirado do veículo com escoriações no rosto, limitação para abrir a boca e fratura no ramo e no ângulo da mandíbula esquerda.
O tratamento foi conservador, com dieta líquida e pastosa e acompanhamento por três meses. O laudo psicológico citado na decisão aponta que a ansiedade que Ivan já apresentava se agravou após o acidente, com sonhos perturbadores, crises e afastamento social.
O g1 tenta localizar a defesa dos influenciadores.
Gato Preto já responde a outros processos na Justiça.
Em agosto de 2025, ele virou réu por violência doméstica contra Bia Miranda, após ser acusado de agredi-la num hotel em Barueri, Grande São Paulo.
O influenciador também é investigado por suspeita de lavagem de dinheiro com jogos ilegais de azar.
Laudo do IML aponta que Gato Preto consumiu álcool, ecstasy e maconha antes de acidente.
Em números
- Gato Preto e Bia Miranda são condenados a pagar R$ 210 mil a vítimas de acidente em SP
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