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Extrema direita avança no Senado da França com recorde de cadeiras

O avanço do partido Reunião Nacional (RN) fortalece o nome de Marine Le Pen para assumir a presidência do país

2 min de leitura
Extrema direita avança no Senado da França com recorde de cadeiras

A extrema direita avançou em número de cadeiras no Senado da França neste domingo (27/9). O partido Reunião Nacional (RN) junto com os aliados conquistou 14 lugares na Casa.

O total de 14 cadeiras é recorde e multiplica por quatro a quantidade de representantes do grupo político no Senado francês. As 14 vagas são resultado de nove nomes eleitos neste domingo, três que conquistaram o posto em 2023 e outros dois com origem em listas da União da Direita para a República (UDR).

Ao todo, o Senado da França possui 384 cadeiras. O partido Reunião Nacional ingressou na Casa em 2014, mas ainda sob o nome de Frente Nacional, ano em que conquistou duas vagas.

As eleições para o Senado na França são realizadas em intervalos de três anos, mas a votação não é direta. Políticos já eleitos votam. A cada pleito, 50% das cadeiras são renovados.

A legenda Reunião Nacional é liderada por Jordan Bardella, que é o presidente do grupo, mas tem a líder do partido na Assembleia Nacional, Marine Le Pen, como a principal figura política.

Na França, papa Leão XIV faz apelo contra abuso de menores na igreja “Esta é uma vitória histórica e um marco importante, com a formação, pela primeira vez, de um grupo no Senado”, celebrou Le Pen em publicação na própria conta na rede social X.

O avanço da legenda no Parlamento francês fortalece o nome de Le Pen para a disputa pela Presidência. A política poderá suceder Emmanuel Macron, que se posiciona como de centro-direita, líder que deve cumprir dois mandatos consecutivos.

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