O mercado brasileiro de soja enfrentou uma semana de pressão, influenciado pela desvalorização dos contratos futuros na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). Mesmo com o câmbio favorável, a queda das cotações internacionais prejudicou os referenciais domésticos e reduziu o ritmo de comercialização.
Com isso, os produtores se afastaram dos negócios e concentraram as atenções no avanço do plantio da safra 2026/27.
O avanço da colheita nos Estados Unidos e a expectativa de uma safra maior superaram os sinais de demanda chinesa, mantendo as cotações pressionadas.
A expectativa de aumento na estimativa da produção americana pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), em relatório previsto para 10 de novembro, também pesou sobre o mercado.
Analistas projetam uma safra de 4,601 bilhões de bushels em 2026/27, acima dos 4,562 bilhões estimados em outubro. Para os estoques de passagem dos Estados Unidos, a expectativa é de 336 milhões de bushels, contra 315 milhões na projeção anterior.
No cenário mundial, o mercado também trabalha com aumento dos estoques finais de soja. Para a temporada 2026/27, a expectativa é de 125,3 milhões de toneladas, ante 124,3 milhões atualmente.
Já para 2025/26, a projeção do USDA deverá passar de 124,9 milhões para 125 milhões de toneladas.
Em números
- Analistas projetam uma safra de 4,601 bilhões de bushels em 2026/27, acima dos 4,562 bilhões es
- Para os estoques de passagem dos Estados Unidos, a expectativa é de 336 milhões de bushels, contra 315 milhões na projeção anteri
- Para a temporada 2026/27, a expectativa é de 125,3 milhões de toneladas, ante 124,3 milhões atualmente
- Já para 2025/26, a projeção do USDA deverá passar de 124,9 milhões para 125 milhões de toneladas
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