O mercado físico do boi gordo permanece firme nesta quarta-feira (14), ainda sustentado pela oferta restrita de animais e pelo posicionamento pouco confortável das escalas de abate, concentradas entre cinco e seis dias úteis na maior parte das regiões pesquisadas pela consultoria Safras & Mercado.
- São Paulo: R$ 381,17 — ontem: R$ 381,42.
- Goiás: R$ 366,04 — ontem: R$ 366,25.
- Minas Gerais: R$ 371,41 — ontem: R$ 370,88.
- Mato Grosso do Sul: R$ 371,55 — ontem: R$ 371,36.
- Mato Grosso: R$ 351,00 — ontem: R$ 350,68.
- Quarto dianteiro: R$ 22,00 por quilo.
- Quarto traseiro: R$ 29,50 por quilo.
- Ponta de agulha: R$ 20,50 por quilo.
Segundo o analista Fernando Henrique Iglesias, apesar da manutenção do viés de alta, a semana apresenta um movimento mais comedido, com reajustes pontuais e maior estabilidade nas principais referências.
De acordo com ele, a retomada de um maior volume de embarques para a China também permanece como um importante elemento de sustentação.
Dessa forma, o analista ressalta que o impacto sobre a demanda doméstica por boiadas tende a ocorrer de maneira gradual e continuará condicionado à gestão logística das indústrias exportadoras.
O mercado atacadista de carne bovina registrou preços inalterados nesta quarta-feira. “A expectativa relacionada ao consumo no último trimestre oferece sustentação às cotações, mas o potencial de novas altas permanece limitado pela maior competitividade da carne de frango e dos cortes suínos”, apontou Iglesias.
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