O processo ocorre no tribunal federal de Oakland, na Califórnia, e pode impor multas bilionárias à empresa. Além das penalidades financeiras, a ação judicial busca obrigar a Meta a alterar o funcionamento de recursos centrais de suas plataformas no país.
Estados pedem mudanças nas redes da Meta e multas bilionárias.
As acusações alegam que a Meta desenvolveu recursos para incentivar a dependência digital entre menores de idade. Os procuradores-gerais sustentam que a empresa enganou o público ao apresentar suas plataformas como ambientes seguros.
O processo também aponta que a companhia coletou e usou dados pessoais de crianças de forma irregular.
Para combater os impactos negativos, os estados exigem que a Justiça imponha restrições às redes sociais. As solicitações incluem a eliminação da rolagem infinita, o fim do botão de curtir para menores de 18 anos e o bloqueio de filtros de beleza.
Os procuradores também pedem a proibição da reprodução automática de vídeos e o fim do sistema de contas múltiplas.
A Meta nega as acusações e afirma que as alegações dos estados não têm fundamento legal. A empresa argumenta que investe na proteção de adolescentes e que os acusadores não apresentaram provas de danos diretos aos usuários.
Em comunicado, a companhia declarou que os governos estaduais tentam responsabilizá-la por desafios comuns a todo o setor de tecnologia.
O Olhar Digital pediu posicionamento para a Meta.
Pedro Spadoni é jornalista formado pela Universidade Metodista de Piracicaba. Já escreveu para sites, revistas e jornal.
Fontes
Informação baseada em material público de Olhar Digital, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.