Ir para o conteúdo
Tecnologia Revisado por ULTRA AI

Terremoto de magnitude 5,9 atinge região na China

Um terremoto de magnitude 5,9 atingiu região da província de Gansu, noroeste da China, nas proximidades de Dunhuang

2 min de leitura
Terremoto de magnitude 5,9 atinge região na China

Um terremoto de magnitude 5,9 atingiu, nesta terça-feira (18), uma região da província de Gansu, no noroeste da China, nas proximidades de Dunhuang. O tremor foi registrado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) a aproximadamente 269 quilômetros ao sul-sudeste de Dunhuang.

Segundo as informações disponíveis até o momento, não havia registro de vítimas em decorrência do terremoto.

O epicentro foi localizado a cerca de dez quilômetros de profundidade, segundo a estimativa inicial do USGS. A região atingida fica em uma área relativamente afastada de grandes centros urbanos.

O sistema PAGER, também do USGS, responsável por estimar possíveis impactos de terremotos com base em dados como população exposta e intensidade do tremor, indicou inicialmente a possibilidade de danos localizados.

A magnitude de 5,9 é considerada suficiente para provocar tremores perceptíveis e, dependendo das condições locais, causar danos a estruturas mais vulneráveis, especialmente nas áreas mais próximas ao epicentro.

O terremoto ocorreu na região de Dunhuang, cidade conhecida por abrigar as Grutas de Mogao, importante conjunto de templos e cavernas budistas localizado ao longo da antiga Rota da Seda.

Até o momento da publicação, porém, não havia informações sobre danos às estruturas históricas da cidade nem sobre vítimas relacionadas ao tremor.

O que os terremotos podem ensinar sobre a força dos furacões.

Pesquisadores da Universidade Stanford demonstraram que equipamentos empregados no monitoramento de terremotos também podem fornecer informações sobre furacões.

O estudo, publicado na última quinta-feira (06) na revista Science, analisou sinais registrados durante a passagem do furacão Isaac pela Louisiana, em 2012.

A pesquisa foi conduzida por Qing Ji, Eric Dunham e Ipshita Dey e combina registros de sismômetros com dados de microfones capazes de detectar infrassom. A proposta é transformar movimentos do solo e oscilações de pressão atmosférica em indicadores das condições existentes próximas à superfície durante uma tempestade.

Rodrigo Mozelli é jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo (UMESP) e, atualmente, é redator do Olhar Digital.

Fontes

Informação baseada em material público de Olhar Digital, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Olhar Digitallink

Leia também

Mais em Tecnologia