A Elea Data Centers, responsável pelo projeto, afirma que usará sistemas de ar-condicionado para resfriar os equipamentos, em vez de água. A empresa ainda explica que estudos de impacto térmico mais profundos só seriam realizados para a fase de 100 MW, que ainda não tem data para sair do papel.
Alessandro Di Lorenzo é editor do Olhar Digital e formado em jornalismo pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Fontes
Informação baseada em material público de Olhar Digital, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.