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Segurança Revisado por ULTRA AI

Leapmotor: como escolher um SUV eletrificado que combine tecnologia e liberdade

Do tipo de motorização à autonomia e ao pós-venda, alguns pontos ajudam a entender qual modelo faz mais sentido para cada rotina

5 min de leitura
Leapmotor: como escolher um SUV eletrificado que combine tecnologia e liberdade

Escolher um SUV eletrificado vai muito além de decidir entre um modelo elétrico ou híbrido. Autonomia, forma de recarga, tecnologia embarcada, segurança, conforto e a estrutura disponível depois da compra são alguns dos fatores que podem pesar na decisão.

Para quem está acostumado aos SUVs a combustão ou aos híbridos tradicionais, essa mudança também traz algumas dúvidas. É justamente nesse momento que entender como cada tecnologia funciona pode ajudar a encontrar um modelo que se encaixe melhor no dia a dia.

A Leapmotor aposta nessa transição com três SUVs disponíveis no mercado brasileiro: o C10 Ultra-Híbrido (REEV), o C10 Elétrico e o B10 Elétrico. Os modelos têm propostas diferentes, mas partem de uma mesma ideia: levar a experiência da eletrificação para diferentes perfis de uso, combinando tecnologia e conforto com o suporte da estrutura da Stellantis, das marcas Fiat, Jeep e Ram no país.

Uma experiência elétrica sem abrir mão da autonomia.

Uma das principais diferenças da linha está no C10 Ultra-Híbrido, que utiliza a tecnologia REEV, sigla para Range Extended Electric Vehicle. O funcionamento é diferente do híbrido convencional.

Nesse sistema, as rodas são sempre movimentadas pelo motor elétrico de 215 cv. O motor a combustão não traciona o veículo: sua função é atuar exclusivamente como gerador, produzindo energia para carregar a bateria sempre que necessário.

Na prática, o motorista mantém a verdadeira experiência de condução elétrica, com entrega imediata de torque e aceleração suave, contando ainda com uma fonte adicional de energia para ampliar sua liberdade de deslocamento.

A solução também busca reduzir uma das preocupações de quem ainda está avaliando a compra de um elétrico: a autonomia. O C10 REEV pode chegar a até 950 km de autonomia total no ciclo WLTP, padrão internacional de medição.

É uma alternativa para quem quer experimentar a condução elétrica no cotidiano, mas ainda prefere contar com uma fonte adicional de energia para viagens mais longas.

Para quem quer partir para um SUV 100% elétrico.

O C10 também está disponível em uma versão totalmente elétrica. Equipado com motor de 218 cv, o SUV utiliza a tecnologia Cell-to-Chassis (CTC), que integra a bateria à estrutura do veículo e contribui para a rigidez estrutural e o conforto da cabine.

A autonomia chega a 338 km pelo Inmetro e a 420 km no ciclo WLTP. Como os métodos de medição são diferentes, os números não devem ser comparados diretamente sem considerar o padrão utilizado.

Outro elemento da arquitetura do C10 é a tração elétrica traseira. Nesse caso, a proposta está relacionada ao equilíbrio, à precisão da direção e ao conforto durante a condução.

O B10 Elétrico segue uma proposta mais compacta e reúne uma série de recursos voltados à praticidade. O modelo tem motor de 218 cv, teto panorâmico Sky View e 22 soluções inteligentes de armazenamento.

Para quem utiliza o carro diariamente, o tempo de recarga também pode ser um fator importante. Em carregadores de corrente contínua (DC), o B10 pode passar de 30% para 80% de carga em 16 minutos.

A autonomia é de 288 km pelo Inmetro e pode chegar a 361 km no ciclo WLTP.

Há ainda recursos que aproximam o carro dos hábitos digitais do motorista, como a possibilidade de utilizar o smartphone como chave e receber atualizações de software Over-The-Air.

Segurança é outro ponto para colocar na comparação.

Na hora de avaliar um SUV, olhar apenas para o sistema de propulsão pode deixar de fora aspectos importantes da experiência a bordo. Recursos de assistência à condução, airbags e características estruturais também entram nessa conta.

A Leapmotor destaca nos modelos recursos como ADAS Nível 2, sete airbags e rigidez estrutural.

Para quem compra um veículo eletrificado pela primeira vez, a estrutura de atendimento também pode ter peso na decisão. Afinal, não basta avaliar o carro: é preciso considerar quem estará por perto depois da compra.

No Brasil, os veículos Leapmotor são distribuídos e contam com suporte do grupo Stellantis, das marcas Fiat, Jeep e Ram, incluindo uma rede física de atendimento e pós-venda.

A proposta é combinar a tecnologia da marca com uma estrutura já estabelecida no mercado brasileiro.

Três modelos, diferentes caminhos para a eletrificação.

A escolha entre os três SUVs depende, principalmente, da rotina e das prioridades de cada motorista.

O C10 Ultra-Híbrido (REEV) aposta na condução elétrica associada a um gerador a combustão para ampliar a autonomia. O C10 Elétrico é voltado a quem procura um SUV 100% elétrico.

Já o B10 Elétrico reúne a proposta de um SUV mais compacto com recursos de tecnologia e recarga rápida.

Mais do que escolher entre diferentes tipos de motorização, a decisão passa por entender qual experiência faz sentido para cada rotina. Com a proposta “Híbrido na liberdade, elétrico na experiência”, o C10 Ultra-Híbrido é o principal destaque da campanha da Leapmotor, que busca tornar a transição para a eletrificação mais simples para o consumidor.

Veículos Leapmotor distribuídos e garantidos pelo grupo Stellantis no Brasil. Condições de garantia de bateria e motorização conforme manual do proprietário. Valores sugeridos para venda ao público vigentes para o mês de referência ou enquanto durarem os estoques nas concessionárias autorizadas.

Autonomias informadas conforme respectivos ciclos de medição; números no padrão WLTP não são diretamente comparáveis aos resultados do Inmetro/PBEV.

Saiba mais sobre a Leapmotor acessando o site oficial.

Em números

  • O C10 REEV pode chegar a até 950 km de autonomia total no ciclo WLTP, padrão internac
  • A autonomia chega a 338 km pelo Inmetro e a 420 km no ciclo WLTP
  • A autonomia é de 288 km pelo Inmetro e pode chegar a 361 km no ciclo WLTP

Fontes

Informação baseada em material público de G1, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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