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Confusão entre PM e apoiadores de Dr. Daniel termina com spray de pimenta e xingamentos na delegacia no PA

Apoiadores do candidato ao Governo do Pará, Daniel Santos (Podemos), estavam abastecendo em um posto de combustíveis para participarem de uma carreata, quando a

2 min de leitura
Confusão entre PM e apoiadores de Dr. Daniel termina com spray de pimenta e xingamentos na delegacia no PA

PM usa spray de pimenta contra apoiadores de Dr. Daniel, candidato ao governo do Pará.

Uma ação da Polícia Militar, na noite de sábado (6), terminou em confusão num posto de combustíveis em Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Um policial usou spray de pimenta para dispersar apoiadores do candidato ao Governo Dr.

Daniel (Podemos), que abasteciam veículos para participar de uma carreata.

Duas pessoas foram levadas para a delegacia. No local, também houve confusão. Um vídeo que circula pelas redes sociais mostra o candidato Dr. Daniel chamando dois oficiais da polícia de "vagabundos" e exigindo explicações sobre o uso do spray - (assista acima).

Na Seccional da Cidade Nova, de Polícia Civil, o gerente e os frentistas prestarem esclarecimentos sobre o abastecimento de veículos que estava ocorrendo no estabelecimento.

A Polícia não detalhou se havia mandado judicial para a fiscalização no local.

Segundo a PM, ao chegarem no local da confusão, os agentes encontraram um "princípio de tumulto e com a possível distribuição de combustível para fins de campanha política.

A Polícia Civil disse que recebeu todo o material apreendido e que "irá encaminhá-lo à Justiça Eleitoral, responsável pela apuração dos fatos.

O candidato Daniel não responde a nenhuma suspeita envolvendo o caso. O g1 entrou em contato com os dois candidatos e o gestor público que aparecem nas planilhas apreendidas pela polícia, mas não havia obtido resposta até a última atualização da reportagem.

A Justiça Eleitoral também foi procurada para esclarecer sobre o material que seria encaminhado pela Polícia Civil.

A assessoria do candidato Daniel Santos foi acionada para esclarecer sobre o vídeo gravado dentro da delegacia, mas também ainda não havia dado retorno até a última atualização.

Em nota, a Associação dos Delegados de Polícia do Pará (Adepol) repudiou "expressões ofensivas dirigidas a delegado de polícia no exercício de suas funções" e disse que "fiscalização, averiguação e apuração de fatos possivelmente ilícitos constituem deveres funcionais dos agentes públicos competentes, e integram o regular exercício da atividade policial.

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