O vídeo intercala trechos de entrevistas com imagens criadas por inteligência artificial, entre as quais, está uma em que Prado aparece como uma marionete controlada por um dirigente partidário.
Citada, a defesa de Ricardo Salles argumentou que a publicação constituiria “exercício legítimo de crítica política, fundada em fatos públicos e documentáveis da trajetória de André Luís do Prado; que não houve pedido explícito de não voto, divulgação de fato sabidamente inverídico ou ofensa abusiva à honra; que o impulsionamento se destinou também a promover sua própria pré-candidatura; e que as imagens questionadas consistem em charges ou caricaturas políticas manifestamente artificiais, sendo a ausência de rotulagem irregularidade sanável mediante a posterior inserção de advertência”.
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Fontes
Informação baseada em material público de Metrópoles, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.