O professor de educação física e árbitro de vôlei Carlos Eduardo Cerqueira da Silva, de 52 anos, está internado em estado grave e em coma há quase 2 meses no Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio.
Ele foi encontrado gravemente ferido na manhã de 24 de junho, depois de sair de casa para trabalhar e não voltar.
A Polícia Civil investiga o caso como lesão corporal grave. Carlos sofreu traumatismo craniano e apresentava sinais de agressão. Imagens de câmeras de segurança mostram o professor caído no chão enquanto é atacado por um homem.
Até o momento, o agressor não foi identificado. A polícia também tenta descobrir o que motivou o crime.
O caso foi inicialmente registrado na 4ª DP (Presidente Vargas) e encaminhado para a 1ª DP (Praça Mauá). Testemunhas são ouvidas e novas imagens de câmeras de segurança são procuradas para ajudar a esclarecer a dinâmica do crime.
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Professor saiu para trabalhar e não voltou para casa.
Carlos saiu de casa normalmente no dia 23 de junho. Naquela noite, ele foi visto por uma aluna no Pagode da Garagem, na Praça Tiradentes, no Centro do Rio.
No dia seguinte, a família percebeu que ele não havia retornado para casa. Carlos deveria dar aula naquela manhã, mas não apareceu.
A família registrou um boletim de ocorrência e começou a procurar por Carlos.
Na manhã de 24 de junho, o Corpo de Bombeiros recebeu um chamado para a região da Rua da Constituição, na esquina com a Rua Regente Feijó. Carlos foi encontrado gravemente ferido e levado para o Hospital Municipal Souza Aguiar.
O ponto onde ele foi localizado fica a cerca de 300 metros do pagode onde a aluna disse ter encontrado o professor.
Segundo a Polícia Civil, imagens de câmeras de segurança mostram Carlos caído no chão enquanto é agredido por um homem.
O material já está com os investigadores e é analisado para tentar identificar o autor e entender o que aconteceu antes e durante a agressão. A polícia também busca novas imagens que possam ajudar na investigação.
Quando foi encontrado, Carlos estava sem o celular e os cartões bancários. O telefone também desapareceu, e os investigadores tentam rastrear o aparelho.
A família acredita que ele possa ter sido roubado, mas ainda não há confirmação de que a agressão tenha ocorrido durante o assalto. Os parentes também tentam entender se Carlos se envolveu em alguma briga ou se pode ter sido confundido com outra pessoa.
Desde a agressão, a família se reveza para acompanhá-lo no hospital.
A irmã também cobra respostas sobre o que aconteceu.
Carlos é professor de educação física, árbitro de vôlei e conhecido entre amigos como “Carlão”. Ele dá aulas na Enseada de Botafogo e também é dirigente do Sindicato Nacional dos Trabalhadores e Colaboradores da Arbitragem Esportiva.
Em nota, o sindicato manifestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de Carlos e pediu rigor, celeridade e transparência na investigação. A entidade afirmou que acompanha o caso e está à disposição das autoridades para colaborar com a apuração.
O Hospital Municipal Souza Aguiar informou que o estado de saúde de Carlos Eduardo segue grave.
A Polícia Civil informou que testemunhas são ouvidas e que agentes realizam outras diligências para esclarecer os fatos e identificar o responsável pela agressão.
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Fontes
Informação baseada em material público de G1 Rio, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.