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'Pega de costas e desprevenida', diz mãe de menina espancada por mulher na porta da escola

Menina de 12 anos sofreu traumatismo craniano e passou a noite no hospital. Polícia Civil investiga o caso, mas agressora não foi encontrada.

2 min de leitura
'Pega de costas e desprevenida', diz mãe de menina espancada por mulher na porta da escola

A mãe da menina de 12 anos espancada nesta sexta-feira (28) na frente da escola em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, contou que a filha foi atacada de surpresa e bateu a cabeça no chão.

Menina de 12 anos é espancada por mulher na porta de escola em MG.

A adolescente passou a noite no hospital, após sofrer traumatismo craniano. A família disse ter medo de se identificar. O caso é investigado pela Polícia Civil.

A autora da agressão não havia sido encontrada até a noite deste sábado (29).

Como foi um trauma na cabeça, mesmo nos próximos dias ela vai precisar de muitos cuidados. Ela não pode dormir várias horas seguidas, eu preciso ficar acordando ela o tempo todo pra saber como está.

Adolescente sofre traumatismo craniano após agressão.

De acordo com o boletim de ocorrência, a suspeita foi identificada como Kailane Moreira Pinto da Silva, de 20 anos. Imagens mostram a mulher agredindo a aluna com socos e chutes.

Ainda segundo o registro, pessoas que estavam no local presenciaram a violência e demoraram a intervir. A mulher que aparece no vídeo se identificou como irmã de um colega de escola da vítima.

Ela teria decidido tirar satisfação com a adolescente depois de saber que o irmão levou um tapa durante uma brincadeira. Antes da agressão, houve uma reunião com a direção da escola.

O Conselho Tutelar e a Polícia Militar foram acionados. Os militares estiveram em quatro endereços em Nova Lima e Raposos em busca da suspeita. Uma parente de Kailane confirmou que, depois das agressões, ela pegou a filha e saiu em um carro de aplicativo em direção a Ribeirão das Neves.

A mãe da adolescente afirma que a filha está traumatizada e que acreditava que o problema já tinha sido resolvido dentro da própria escola, entre a filha e o colego.“A brutalidade do ataque foi muito grande e foi por um motivo banal.

A gente sempre espera que ela seja pega, que ela pague pelo que fez e que a gente tenha justiça”, disse a mãe.

Fontes consultadas

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