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Operação da PF mira suspeitos de invadir área protegida do Paraná à noite para caçar animais ameaçados de

Investigação aponta que suspeitos faziam incursões armadas ao menos uma vez por mês desde janeiro. Operação cumpriu dois mandados de busca em Foz do Iguaçu.

2 min de leitura
Operação da PF mira suspeitos de invadir área protegida do Paraná à noite para caçar animais ameaçados de

PF e ICMBio combatem esquema de caça clandestina noturna no Parque Nacional do Iguaçu.

  • Acidente: Motorista de caminhonete morre no PR após ser atingido por carro.
  • Clube de tiro: Homem atingido por disparo acidental em clube de tiro no Paraná era amigo do atirador.
  • Resgate: Trabalhadores são resgatados depois de serem soterrados em construção de prédio no Paraná.

A Polícia Federal deflagrou na terça-feira (1º) uma operação contra suspeitos de entrar à noite no Parque Nacional do Iguaçu, no Oeste do Paraná, para caçar animais silvestres.

Segundo a investigação, as incursões eram feitas de forma reiterada, ao menos uma vez por mês, desde o início de 2026.

A operação cumpriu dois mandados de busca e apreensão em Foz do Iguaçu. A ação teve apoio do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).

Os investigadores apreenderam documentos, celulares, roupas e equipamentos usados para caça, além de materiais para a montagem de um jirau na mata e carne congelada.

O material será analisado para verificar a origem e, no caso da carne, por meio de perícia genética, identificar a espécie do animal.

A investigação começou após dois homens serem presos em flagrante em 6 de junho, dentro do Parque Nacional do Iguaçu, na região da Linha Santo Alberto. Eles foram abordados durante uma ação conjunta da Polícia Militar Ambiental e do ICMBio.

Na ocasião, foram apreendidos dois rifles calibre . 22, 62 munições intactas, lanternas de alta potência, redes de descanso camufladas e uma mira óptica.

Com o avanço da investigação, a PF reuniu elementos que indicam que os suspeitos realizavam incursões armadas no parque de maneira recorrente. A suspeita é de que as entradas na mata ocorriam principalmente durante a noite.

Para as incursões, o grupo usava lanternas de alta potência e mira óptica e levava redes de descanso camufladas, que poderiam ser utilizadas para permanecer na mata durante a caçada.

A Polícia Federal continua a análise do material apreendido para esclarecer a participação dos investigados e identificar possíveis animais abatidos durante as incursões.

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Fontes consultadas

  • G1 Paranálink

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