A Colômbia entrou no segundo dia de buscas por vítimas de um terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país nesta segunda-feira (10). O jornalista mineiro Caio Tárcia, que é de Belo Horizonte e está passando férias em Cartagena, no litoral colombiano, contou em um vídeo enviado ao g1 sobre os momentos de apreensão que vivenciou (veja acima).
Caio conta que ele e alguns amigos chegaram na cidade de Cartagena das Índias na última sexta-feira (7). Nesta segunda, ao acordarem, começaram a sentir um tremor.
Eu e meus amigos estávamos no 29º andar de um hotel e ficamos sem entender o que estava acontecendo, mas depois a gente foi percebendo as portas mexendo. Começamos a ouvir os animais latindo no prédio também e com isso a gente foi para os corredores", relatou o jornalista.
Após perceberem que se tratava de um terremoto, Caio conta que só pegou os documentos principais e o celular e desceu pelas escadas.
Cartagena não estava exatamente no ponto principal do terremoto, mas deu pra sentir os impactos e a gente fica assustado. Não houve nenhum tipo de sinal sonoro ou sirene para alertar a população sobre esse tremor de terra", ressaltou Caio.
Pelo menos 220 mortes foram confirmadas, além de centenas de feridos e vários imóveis destruídos. Nesta terça, cerca de 3. 000 pessoas estavam desaparecidas, segundo a agência de notícias Associated Press.
O terremoto, o mais forte na Colombia neste século, foi às 9h34 de segunda-feira (10). O epicentro foi registrado perto de San José Del Palmar, no Oeste do país, a 450 km capital, Bogotá.
Entre as cidades mais afetadas estão Cali, Manizales e Pereira.
Em Bogotá, edifícios foram esvaziados e pessoas saíram às ruas pro causa do marulho das sirentes. Além da Colombia, o tremor foi sentido também em partes do Brasil, Venezuela, Equador e Panamá.
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Em números
- O epicentro foi registrado perto de San José Del Palmar, no Oeste do país, a 450 km capital, Bogotá
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Minas, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.