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Macaco-prego é flagrado passeando por bairros do Centro e da Zona Oeste de SP

Alguns moradores organizaram uma força-tarefa para saber por onde animal anda e, assim que for localizado, vão avisar a prefeitura. Gestão municipal afirma que,

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Macaco-prego é flagrado passeando por bairros do Centro e da Zona Oeste de SP

Um macaco andarilho tem chamado a atenção dos paulistanos. Na última terça-feira (8), uma publicação nas redes sociais gerou relatos de pessoas que já haviam visto o animal circulando pela cidade.

Macaco-prego é visto passeando por bairros de SP.

Ele já foi visto dando rolê pelo Centro, no Pari e no Bom Retiro, e pela Zona Oeste, no Pacaembu, na Vila Romana e na Lapa. Ou seja, ele não para.

Não se sabe ao certo quando o macaco-prego foi avistado pela primeira vez. Caru Albuquerque, responsável pela publicação de um dos vídeos e conselheira participativa da Subprefeitura da Sé, soube da presença do animal no sábado (7) no bairro do Pari, mas há relatos de que ele já foi visto há pelo menos três anos circulando pela cidade.

Caru relata preocupação sobre o bem-estar do animal numa cidade grande como São Paulo. Afirmou que já solicitou o resgate ao Corpo de Bombeiros, mas foi informada de que a corporação não realiza esse tipo de operação.

Depois, buscou apoio da prefeitura, mas o destino do animal ainda é incerto, e os moradores, então, passaram a avaliar possíveis soluções. Para Caru, a implantação de corredores verdes, como forma de tornar mais seguro o deslocamento da fauna em ambientes urbanos, é uma das alternativas.

🔍Propostos como uma ferramenta para auxiliar na preservação da fauna e da flora, os corredores verdes reúnem estratégias como arborização urbana, jardins de chuva, corredores polinizadores e telhados verdes.

Além disso, parques lineares, áreas verdes contínuas e ruas bem arborizadas também podem funcionar como corredores ecológicos.

Procurada pelo g1, a SVMA informou que monitora a situação do macaco-prego por meio da Divisão de Fauna Silvestre ( S), em parceria com a Guarda Civil Metropolitana (GCM) Ambiental.

Segundo avaliação do órgão, o animal está saudável e se desloca livremente, condição que não justifica sua captura.

Neste momento, não é recomendada a utilização de métodos específicos de captura, que dependem da permanência do animal em um mesmo local, para que o procedimento seja realizado com segurança.

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Fontes consultadas

  • G1 São Paulolink

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