Os aportes foram realizados entre 2023 e 2024, durante a gestão do então prefeito JHC, hoje candidato ao governo de Alagoas pelo PSDB.
Segundo a PF, a investigação apura duas aplicações e busca “esclarecer as circunstâncias do processo de credenciamento, cotação, análise de risco, governança e tomada de decisão que antecederam os investimentos“.
A operação também busca entender se houve uma “possível prática de gestão fraudulenta, sem prejuízo da apuração de outros delitos conexos”.
da Coluna Grande Angular Denúncia Em fevereiro, um ex-prefeito e vereador local anunciou que havia denunciado ao Ministério Público de Alagoas e à Polícia Federal as possíveis irregularidades envolvendo o Iprev e o Master.
Na denúncia formalizada às autoridades, o político Rui Palmeira apontou que houve “gravíssima afronta aos ditames legais que regem as reuniões” do Iprev. A Lei Ordinária de Maceió nº 5.
828/2009, no artigo 107, exige a presença de sete conselheiros para iniciar a reunião e pelo menos seis para decisões.
O instituto previdência de Maceió era assessorado pela consultoria Mercado e Crédito, de acordo com atas do instituto.
Procurada, a prefeitura de Maceió disse, em nota, que colabora com as investigações, “prestando todos os esclarecimentos e fornecendo as informações solicitadas pelas autoridades competentes”.
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Fontes
Informação baseada em material público de Metrópoles, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.