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Golpista se passa por médico, engana hospital do Paraná para conseguir dados de pacientes e dá golpe em

Às vítimas, o criminoso disse que precisava de dinheiro via Pix para supostamente pagar por medicamentos que eram urgentes, mas demorariam para ser fornecidos p

3 min de leitura
Golpista se passa por médico, engana hospital do Paraná para conseguir dados de pacientes e dá golpe em

Golpista se passa por médico e cobra famílias de pacientes internados no Paraná.

  • Previsão do tempo: Frio marca início do feriado de 7 de Setembro no Paraná, com temperaturas abaixo de 0°C.
  • Outro golpe: Novo golpe consegue trocar números que aparecem em ligações para contatos de parentes da vítima.
  • Veja vídeo: Mulher é espancada pelo marido e pede para filho criança filmar a violência: 'Se eu morrer, pelo menos ele vai preso.

A situação aconteceu no sábado (5). A Polícia Militar (PM) foi acionada e registrou a ocorrência. O g1 questionou a Polícia Civil se o caso já está sendo investigado e se algum suspeito já foi identificado, e aguarda resposta.

A RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, contatou o hospital e também aguarda resposta.

Segundo a Polícia Militar (PM), um homem ligou para o hospital se passando por funcionário da Central de Leitos e, usando um nome de médico, pediu a uma funcionária que confirmasse dados de pacientes que aguardavam na fila de regulação.

🔍A Central de Leitos é o serviço do Sistema Único de Saúde (SUS) que gerencia, organiza e distribui as vagas de internação hospitalar, UTIs e transferências de pacientes.

Após o hospital confirmar os dados pessoais dos internados, familiares começaram a receber mensagens e ligações do mesmo número. Nelas, o golpista se apresentava como o mesmo médico e pedia transferências em Pix para supostamente pagar medicamentos que, segundo ele, o Sistema Único de Saúde (SUS) demoraria três dias para fornecer.

Pelo menos três pessoas foram contatadas, e uma delas fez o pagamento. A vítima só percebeu se tratar de um golpe depois que o criminoso pediu um novo Pix e a outra instituição bancária não aceitou fazer a transação.

Essas pessoas contatadas avisaram a funcionária do hospital. A PM esteve no local para registrar boletim de ocorrência.

Quatro meses antes o mesmo golpe foi aplicado na cidade de Toledo, no oeste do Paraná, usando o nome do mesmo médico.

O modus operandi também foi semelhante: o golpista se passou pelo profissional e contatou pacientes internados em cuidados paliativos em unidades da rede municipal de saúde pedindo transferências para supostamente pagar por remédios urgentes.

Na época, a prefeitura municipal emitiu uma nota oficial destacando que nenhuma unidade básica de saúde, pronto-atendimento ou hospital público está autorizado a solicitar pagamentos "por fora", seja para consultas, medicamentos, exames ou procedimentos.

Pedidos de transferência via Pix, especialmente em situações de urgência e pressão emocional, são indicativos de golpe. Entre os argumentos utilizados pelos criminosos estão a compra de medicamentos de última hora, pagamento de exames particulares urgentes ou taxas para procedimentos", ressaltou.

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Fontes consultadas

  • G1 Paranálink

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