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Flávio critica Dino e chama operação sobre Dark Horse de "terceira facada"

Senador acusa ministro de usar PF para perseguir adversários e critica operação que mira Mário Frias e a produtora do filme sobre Bolsonaro

2 min de leitura
Flávio critica Dino e chama operação sobre Dark Horse de "terceira facada"

O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) classificou como “a terceira facada” a operação da Polícia Federal (PF) que mira o deputado federal Mário Frias (PL-SP) e pessoas ligadas ao filme “Dark Horse”, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A ação, autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi deflagrada nesta quinta-feira (10/9) pela PF, em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU).

Em vídeo publicado nas redes sociais, o senador relacionou a operação à decisão de Dino que recolocou Andrei Rodrigues no comando da PF e acusou o ministro de perseguir adversários do governo Lula.“Ontem, uma decisão do ex-ministro da Justiça do Lula, Flávio Dino, deu uma canetada e recolocou o Andrei Rodrigues, do Lula, na Polícia Federal.

Hoje, menos de 24 horas depois, a Polícia Federal do Lula deflagrou uma operação contra adversários políticos”, declarou. k Horse Milena TeixeiraRenan avalia que ação sobre Dark Horse pode ajudar Flávio: “Vai crescer” Caso Dark Horse: PF aponta método usado para dificultar rastreio de emendas O que é a operação.

Batizada de Make Up, a ação cumpre 49 mandados de busca e apreensão em quatro estados e no DF. Segundo a PF, a investigação apura suspeito de desvio de recursos públicos de emendas parlamentares que teriam ido para organizações ligadas ao projeot do filme Dark Horse.

Mário Frias, roteirista e produtor-executivo da obra, e a produtora Karina Gama estão entre os alvos. A PF apura indícios de organização criminosa formada por agentes públicos e privados, com suspeita de direcionamento de recursos para empresas subcontratadas de forma irregular e sem comprovação de serviço.

Os crimes investigados são peculato, falsidade documental, lavagem de dinheiro, organização criminosa e crimes licitatórios. Em atualização.

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Fontes consultadas

  • Metrópoleslink

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