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Flávio Bolsonaro diz que já prestou contas sobre 'Dark Horse' e tenta colar caso Master a Lula

Candidato do PL à Presidência da República disse que considera episódio de filma "página virada". Flávio faz campanha em São Paulo ao lado do prefeito Ricardo N

2 min de leitura
Flávio Bolsonaro diz que já prestou contas sobre 'Dark Horse' e tenta colar caso Master a Lula

O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira (20) que já prestou contas dos gastos relacionados ao documentário “Dark Horse”.

Questionado sobre as cobranças feitas pelo PT para que detalhasse os gastos relacionados à produção, o senador respondeu: “Já aconteceu”. O candidato respondeu a jornalistas durante agenda de campanha em São Paulo, ao lado do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

Flávio disse ter visto na imprensa "a própria prestação de contas que foi feita do filme e foi vazada do processo, que responderam e viram que estava tudo certinho.

E prosseguiu: "Agora, quem tem que prestar conta é o Lula, não sou eu.

O senador classificou o episódio "Dark Horse" como encerrado. “Da nossa parte, está tudo página virada.

Trocas de mensagens mostram que Flávio Bolsonaro pediu dinheiro ao ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, a pretexto de financiar o filme "Dark Horse", que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Depois de dizer que já prestou contas sobre o filme, Flávio direcionou as críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Mencionou encontros de Lula com Vorcaro e com Augusto Lima, ex-sócio do dono do Master.

Flávio também esteve com Vorcaro - como o próprio candidato reconheceu em outras ocasiões.

A declaração ocorreu durante a primeira agenda de campanha de Flávio na capital paulista. O candidato visitou um mercado popular ao lado de aliados e deve se encontrar ainda nesta quinta com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Nas duas primeiras agendas de Flávio Bolsonaro em São Paulo, manifestantes marcaram presença com gritos de ordem contra o senador e o governador Tarcísio de Freitas.

O grupo entoava frases como “Fora, Tarcísio” e “Fora, Flávio”.

Nas duas ocasiões, os políticos passaram direto pelas manifestações, que estavam do lado de fora, e entraram de carro nos locais dos eventos, sem comentar os protestos.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 São Paulo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 São Paulolink

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