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Ex-PM do Paraná foragido é morto em confronto com policiais de SP

Rafael Rodrigues de Andrade é ex-policial no Paraná e tinha mandado de prisão aberto por esquema de proteção a traficantes em Curitiba

2 min de leitura
Ex-PM do Paraná foragido é morto em confronto com policiais de SP

O ex-policial militar do Paraná, Rafael Rodrigues de Andrade (imagem em destaque), morreu após troca de tiros contra policiais militares (PMs) paulistas, na noite dessa quinta-feira (3/9), em Araras, interior de São Paulo.

O confronto foi em um condomínio residencial no Jardim Cândida. Andrade era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça por integrar um esquema de proteção a traficantes da região sul de Curitiba.

Ele chegou a ser preso, em 2019, após o Ministério Público do Paraná (MPPR) e a PM paranaense deflagrarem a Operação Carnívoro. Além dele, mais cinco policiais foram capturados à época.

Em São Paulo, o ex-militar estava escondido em um dos prédios do Condomínio Mirante da Lagoa. Segundo a PM paulista, equipes foram ao local para cumprir a ordem judicial, mas Andrade reagiu e atirou contra os agentes.

Após os tiros, Andrade se trancou dentro de um apartamento. Policiais precisaram arrombar a porta e, novamente, houve uma troca de tiros e o ex-PM foi atingido, ao menos, três vezes.

loJota.pê, Bienal do Livro e festival de cinema na piscina: o que fazer em SP São PauloDivisão do Fundo Eleitoral causa guerra de candidatos com PDT-SP: “Esmola” O Corpo de Bombeiros foi acionado, levou Andrade ao Pronto-Socorro da Santa Casa de Araras, mas o ex-policial militar morreu.

A Polícia Civil abriu uma investigação para apurar a dinâmica do confronto. Proteção a traficantesAndrade integrava um esquema que protegia traficantes da região sul de Curitiba.

Investigações do MPPR e da PMPR descobriram que o grupo usava a estrutura da corporação para favorecer criminosos, como o uso de viaturas, armas e informações privilegiadas.

Na época, promotores descobriram que, entre as formas de beneficiar traficantes locais, os investigados vazavam dados sigilosos, monitoravam comunicações internas da PM em troca do recebimento de propina para proteger pontos de venda de drogas.

Naquela ocasião, seis policiais militares, entre eles Andrade, e mais 17 pessoas foram presas.

Andrade era alvo de um mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça por integrar um esquema de proteção a traficantes da região sul de Curitiba. Ele chegou a ser preso, em 2019, após o Ministério Público do Paraná (MPPR) e a PM paranaense deflagrarem a Operação Carnívoro.

Em números

  • Naquela ocasião, seis policiais militares, entre eles Andrade, e mais 17 pessoas foram presas

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Fontes consultadas

  • Metrópoleslink

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