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De R$ 0 a R$ 3,9 milhões: o patrimônio dos candidatos ao Senado do RJ declarado ao TSE

Luciano Mattos (PRTB) é o candidato que declarou o maior patrimônio. Mônica Benício (PSOL), Luiz Eugênio (PCO) e Vinícius Benevides (UP) informaram não ter bens

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De R$ 0 a R$ 3,9 milhões: o patrimônio dos candidatos ao Senado do RJ declarado ao TSE

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Na outra ponta, a vereadora Mônica Benício (PSOL), Luiz Eugênio (PCO) e Vinícius Benevides (UP) informaram não ter bens a declarar.

Os valores são os informados pelos próprios candidatos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não representam, necessariamente, o valor de mercado dos bens.

Nessa eleição, o Rio de Janeiro terá dezesseis candidatos na disputa de duas vagas no Senado Federal. Os eleitos terão mandato de oito anos, de 2027 a 2035.

O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Na eleição para o Senado, não há segundo turno. Como duas cadeiras estarão em disputa no estado, cada eleitor poderá votar em dois candidatos.

Hoje, o Rio é representado no Senado por Romário (PL), Carlos Portinho (PL) e Flávio Bolsonaro (PL). Os mandatos de Portinho e Flávio terminam em janeiro de 2027.

Portinho tenta a reeleição, enquanto Flávio concorre à Presidência da República.

André Monteiro é subtenente reformado da Polícia Militar do Rio de Janeiro e atuou por 28 anos no Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Foi primeiro suplente na chapa de Daniel Silveira ao Senado em 2022.

Benedita da Silva nasceu na antiga favela da Praia do Pinto e morou por 57 anos no morro do Chapéu Mangueira. Formada em Serviço Social, ela já foi vereadora do Rio, deputada federal, senadora e governadora do estado.

Também foi ministra durante o primeiro governo Lula.

Carlos Jordy nasceu em Niterói, na Região Metropolitana do Rio, e está no segundo mandato como deputado federal. Em 2022, recebeu 114 mil votos. Antes de chegar à Câmara dos Deputados, foi vereador de Niterói entre 2017 e 2019.

Em 2024, disputou a Prefeitura de Niterói e recebeu 42,8% dos votos válidos, sendo derrotado por Rodrigo Neves (PDT).

Carlos Portinho assumiu uma das três vagas do Rio no Senado em 2020, após a morte do senador Arolde de Oliveira. Advogado, ele já foi secretário de Habitação do Rio e secretário de Estado do Meio Ambiente.

Também atuou na área de direito desportivo e foi vice-presidente Jurídico do Flamengo.

Helio Secco nasceu em Petrópolis. Biólogo formado pela UENF e doutor em Ciências Ambientais pela UFRJ, ele também tem graduação em Gestão Pública. O candidato atua como analista ambiental e coordenador técnico em projetos de infraestrutura na região Sudeste e é empreendedor na área de consultoria ambiental desde 2014.

Esta é a primeira eleição disputada por Luciano Mattos, portanto não há declaração de patrimônio em eleições anteriores para comparação.

Natural de Niterói, Luciano Mattos passou a infância em Rio Bonito, onde começou a trabalhar aos 15 anos como auxiliar em um Cartório de Notas. Depois, voltou para Niterói após ser aprovado em concurso para agente de procuradoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ).

Em 1994, já formado em Direito, passou no concurso para técnico judiciário e foi lotado na 28ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e, posteriormente, no Conselho da Magistratura.

No ano seguinte, tornou-se procurador após ser aprovado no XVIII concurso do MPRJ. Em 2021, foi eleito procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, cargo que ocupou até 2023.

Luiz Eugênio declara não ter bens ao TSE.

O candidato do PCO ao Senado pelo Rio de Janeiro, Luiz Eugênio Honorato, declarou não ter bens a declarar à Justiça Eleitoral em 2026.

Natural de Vassouras, Luiz Eugênio Honorato é metalúrgico aposentado da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Com 40 anos de militância política, participou da fundação do Partido da Causa Operária (PCO) e atualmente preside o diretório municipal da legenda.

Ele disputou pela primeira vez uma eleição em 2018, quando foi candidato ao governo do Rio. Depois, tentou ser prefeito de Volta Redonda, em 2020, novamente governador, em 2022, e vereador do município, em 2024.

Marcelo Crivella é engenheiro civil, bispo licenciado da Igreja Universal e cantor gospel. Foi eleito senador pela primeira vez em 2002 e reeleito em 2010. Também foi ministro da Pesca e Aquicultura durante o governo Dilma Rousseff e prefeito do Rio entre 2016 e 2020.

Nascido em Guadalupe, na Zona Norte do Rio, Marcos Dias é vereador da capital e foi eleito em 2024. Ele também atua como empresário e consultor de negócios e tem formação em Engenharia, Administração e Teologia.

Michelly Xavier é advogada, foi criada na favela Vila Operária, em Duque de Caxias, e é moradora de Xerém. Segundo as informações da candidatura, atua na alfabetização de jovens e adultos e participa da construção do Movimento de Mulheres Olga Benário.

Mônica Benício nasceu e foi criada no Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. Arquiteta e urbanista, ela está no segundo mandato como vereadora da capital. Antes de entrar na política, fez mestrado em Arquitetura e Urbanismo e trabalhou como projetista aeroportuária.

Em 2004, quando concorreu a vereador do Rio pelo PHS, não havia bens a declarar. A comparação não considera a inflação do período.

Ó Clemente foi candidato a deputado federal em 2002 e 2006, quando recebeu 20. 748 e 1. 898 votos, respectivamente. Em 2004, tentou uma vaga na Câmara Municipal do Rio e terminou a eleição com 750 votos.

Na eleição de 2024, quando foi candidata a vice-prefeita do Rio pelo PSTU, Paula Falcão não declarou bens.

Paula Falcão é professora de ensino médio e dirigente estadual do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU). Ela também é diretora do Sindicato dos Profissionais da Educação do Estado do Rio de Janeiro (Sepe-RJ).

Pedro Paulo entrou na política há mais de 20 anos, durante a gestão do ex-prefeito Cesar Maia. Ele foi subprefeito da Barra e ocupou as secretarias municipais de Meio Ambiente, Casa Civil e Fazenda e Planejamento.

Também foi Secretário Chefe da Casa Civil do Rio de Janeiro e é deputado federal desde 2011, com quatro mandatos consecutivos.

A declaração deste ano repete os dados apresentados por Benevides nas duas eleições anteriores das quais participou. Em 2024, quando foi candidato a vice-prefeito do Rio pelo UP, e em 2020, quando disputou uma vaga de vereador do Rio pelo partido.

Vinicius Benevides se apresenta como camelô dos trens do Rio, socialista, flamenguista, mangueirense e periférico. Ele é trabalhador da construção civil e tem ensino médio completo, segundo os dados da candidatura.

Wagner dos Santos Carneiro, o Waguinho, iniciou a trajetória política como vereador de Belford Roxo em 2008. Depois, foi deputado estadual e, em 2016, eleito prefeito da cidade, sendo reeleito para um segundo mandato.

Ele é casado com Daniela Carneiro, ex-ministra do Turismo do governo Lula.

Em números

  • Em 2022, recebeu 114 mil votos
  • De R$ 0 a R$ 3,9 milhões: o patrimônio dos candidatos ao Senado do RJ decl

Fontes

Informação baseada em material público de G1 Rio, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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