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'A gente não quer as pessoas morrendo, mas não pode deixar o policial em risco', diz Tarcísio sobre aumento

Ao participar da sabatina promovida pela rádio CBN e os jornais O Globo e Valor, o governador candidato à reeleição afirmou que pretende criar um banco de dados

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'A gente não quer as pessoas morrendo, mas não pode deixar o policial em risco', diz Tarcísio sobre aumento

O candidato do Republicanos ao governo de São Paulo, Tarcísio de Freitas, reconheceu nesta quinta-feira (20) que as mortes por intervenção policial no estado continuam em patamar elevado e aumentaram durante sua gestão.

Ao comentar o tema, porém, afirmou que o governo busca aprimorar os procedimentos policiais para evitar mortes desnecessárias, sem colocar os agentes em risco.

Em 2025, São Paulo registrou o maior número de mortes em ações policiais desde o início da série histórica, em 2019, monitorada pela Rede de Observatórios da Segurança.

Foram 834 vítimas, alta de 2,7% em relação a 2024, segundo o relatório Pele Alvo, divulgado em 1º de julho.

Ao participar da sabatina promovida pela rádio CBN e os jornais O Globo e Valor, o governador candidato à reeleição afirmou que as polícias Militar e Civil estão se aprimorando e fazendo intercâmbios com outros países para melhorar a eficiência no combate ao crime.

Sobre a crise de insegurança pública no estado, o governador candidato à reeleição defendeu a queda de número de crimes na sua gestão e disse que as reclamações da população são reflexos da “sensação de segurança, que demora para vir”, disse.

Sobre o aumento dos feminicídios no estado, Tarcísio afirmou que esse é um crime muito difícil de combater porque os agressores de mulheres têm agido cada vez mais em ataques surpresas.

É um crime super difícil de combater. Qual é o anúncio, o aviso que nós tínhamos que aquilo ia acontecer [ataque no supermercado]? Qual o sinal? Nenhum. O que a gente está procurando fazer.

A gente está procurando aumentar os nossos canais de comunicação. A gente está procurando mostrar para as mulheres que a gente está aqui para ampará-las. A gente está do lado delas”, declarou.

Tarcísio também afirmou que pretende criar um banco de dados de agressores de mulheres para, segundo ele, “criar constrangimento para o agressor”.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 São Paulo, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 São Paulolink

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