O candidato do Novo à Presidência da República, Romeu Zema, disse nesta terça-feira (25) que o Supremo Tribunal Federal (STF) se tornou, para alguns ministros, um "balcão de negócios.
Em entrevista à CBN, Valor Econômico e O Globo, o candidato apresentou uma proposta para mudanças na governança do Congresso Nacional e detalhou estatais que não privatizaria se for eleito presidente.
Zema defendeu ainda uma reforma política e mudanças na governança interna do Congresso. O candidato questionou o poder dos presidentes da Câmara e do Senado de bloquear matérias mesmo quando há apoio dos parlamentares.
O candidato afirmou que, se eleito, fará mudanças como essas de forma gradual.
Desde a pré-campanha, Zema vem falando que o objetivo dele, se eleito, é "privatizar tudo" no país. Nesta terça-feira, no entanto, ele detalhou o plano e fez ressalvas, sobre empresas que ele não privatizaria.
Caixa não entra", disse. "Entra BNDES, Banco do Brasil, Petrobras.
Questionando, disse ainda que não privatizaria a Embrapa nem o IBGE.
No caso do BB e da Petrobras, a ideia de Zema é desmembrar em mais de uma empresa para viabilizar as privatizações. Com a Petrobras, a ideia é que cada região tenha um operador.
Para Zema, o modelo atual é ineficiente.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Política, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.