O senador e candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, afirmou neste domingo (30.ago. 2026) que depende do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aceitar ser ministro em seu governo caso ele vença a disputa em outubro.
Senador afirma que tem o pai como um “conselheiro”, mas que nunca falou com ele sobre participação em eventual governo.
O congressista deu a declaração em entrevista ao programa “Domingo Espetacular”, da Record.
Flávio foi questionado pela jornalista Mariana Godoy sobre qual seria o papel do pai em um eventual governo seu. O senador afirmou que o ex-presidente é o melhor quadro do Brasil e que ele seria sempre seu conselheiro.
A jornalista então perguntou se o ex-chefe do Executivo poderia ser um ministro. O congressista respondeu que nunca tratou do tema com ele, mas que “vai depender da vontade dele”.
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Na sequência, declarou que segue ouvindo o ex-presidente e que gostaria que ele pudesse acompanhá-lo na campanha.
Bolsonaro está em prisão domiciliar. Foi condenado a 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado.
O congressista chamou o julgamento no STF de “grande farsa”. Disse que trabalhará, caso seja eleito, pela anistia com o Congresso.
Em relação ao Supremo, Flávio declarou que indicaria “homens e mulheres que sejam comprometidos em ser contra o aborto, contra as drogas e que não usem a caneta para fazer justiça com alguém”.
Três ministros do STF vão se aposentar ao longo do mandato do próximo presidente: Luiz Fux (2028), Cármen Lúcia (2029) e Gilmar Mendes (2030).
Flávio também voltou a dizer que vai classificar facções criminosas como o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas.
Se preparem: a partir de 2027, CV, PCC e milícias serão classificadas como organizações terroristas. #DomingoEspetacular Vote 2️⃣2️⃣🇧🇷 pic.twitter.com/8eX7yQb4Wp.