Ir para o conteúdo
Política Revisado por ULTRA AI

Saiba quem é “Mineiro”, delator do caso “Dark Horse”

Empresário afirmou ter feito 7 transferências bancárias ao longo de 2025 a pedido de Vorcaro. Leia no Poder360.

2 min de leitura
Política — imagem padrão

O empresário Antonio Carlos Freixo Júnior, conhecido no mercado financeiro como Mineiro, é dono da Entre Investimentos e Participações e novo colaborador da investigação sobre o caso do Banco Master.

Empresário afirmou ter feito 7 transferências bancárias ao longo de 2025 a pedido de Vorcaro.

Ele é apontado como operador financeiro do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, fundador do Master.

O acordo de colaboração premiada de Mineiro foi homologado nesta 4ª feira (9.set. 2026) pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, depois de ter sido firmado com a Procuradoria Geral da República.

As informações são da jornalista Malu Gaspar, do O Globo.

À frente do Grupo Entre, Mineiro operava negócios de grande porte na área de investimentos e comunicação. Ele tem participação na revista IstoÉ e é controlador da credenciadora Entrepay, que sofreu liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central em março deste ano.

Em janeiro, a Entre Investimentos foi alvo de mandados de busca e apreensão da Polícia Federal nas investigações do caso Master.

Além das remessas internacionais, o empresário relatou ter realizado operações envolvendo grandes quantidades de dinheiro em espécie, transportadas em malas e entregues a pessoas indicadas por Vorcaro.

Segundo o relato, as operações faziam parte da atuação de Mineiro como operador financeiro do ex-banqueiro.

O fundo Havengate, sediado nos Estados Unidos, é administrado pelo advogado de imigração Paulo Calixto, próximo de Eduardo Bolsonaro (PL-SP). O fundo foi utilizado no financiamento de “Dark Horse”, cinebiografia sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Com a homologação do acordo de Mineiro, os investigadores buscam obter cooperação internacional com autoridades dos Estados Unidos para acessar a movimentação financeira do Havengate.

A PF e a PGR apuram se os repasses foram destinados exclusivamente aos custos de produção do filme ou se parte dos recursos também financiou a permanência de Eduardo Bolsonaro no exterior.

Comentários

Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.

Carregando comentários…

Fontes consultadas

Leia também

Mais em Política