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Política Revisado por ULTRA AI

Rivais usam crise da Casas Bahia para criticar governo Lula na disputa eleitoral

Tarcísio, Caiado e Flávio Bolsonaro já abordaram o tema

3 min de leitura
Política — imagem padrão

Em sabatina na rádio CBN nesta quinta-feira (20), Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo e candidato à reeleição pelo Republicanos, abordou o tema. Questionado sobre o debate a respeito da confiabilidade das urnas eletrônicas, ele respondeu que esse assunto não deveria ser pauta, mas a crise na varejista, sim.

A gente tem que falar de outras pautas. Vamos falar de Casas Bahia. Olha a situação do empreendedor brasileiro, que luta contra o vento, que faz o possível para sobreviver, que está sofrendo com insegurança jurídica, com custo do capital, com a taxa de juros", disse.

Ele relacionou a crise ao aperto no crédito e aos juros altos, afirmou que o país vive uma situação complicada e também citou as dificuldades do agronegócio, outro setor que viu disparar o número de pedidos de recuperação judicial recentemente.

Imagina o pai de família que trabalhava lá nas Casas Bahia, que já está endividado, que já está no consignado, 20 anos de ligação e perdeu o emprego. A gente precisa de uma direção para isso.

Em seguida, ele acrescentou que já se fala sobre o risco de uma recessão no Brasil em 2027. Também defendeu o esforço da equipe do presidenciável aliado, Flávio Bolsonaro (PL), em apresentar um plano econômico para atacar esses problemas e questionou os planos fiscais da candidatura petista.

Será que alguém vai acreditar que o Lula, na idade que tem, com a experiência que tem, que sempre foi um presidente que se acostumou a usar o fiscal para fazer política pública, agora vai fazer um ajuste.

Quem também falou sobre o tema foi o presidenciável do PSD, Ronaldo Caiado, na quarta (19). Sem citar diretamente a Casas Bahia, ele responsabilizou o governo Lula pela crise econômica enfrentada por empresas do varejo nacional.

Ele deu a declaração após ser questionado se iria propor uma desoneração ao setor de transportes caso seja eleito ao Planalto.

Primeiro, preciso resgatar o equilíbrio fiscal. Eu não posso tratar neste momento do assunto. O Brasil está hoje com esse nível de taxa de juros [14% ao ano] em decorrência da irresponsabilidade do governo federal, que gasta acima da sua capacidade de produzir e, com isso, gera o maior déficit.

Junto a isso a maior quebradeira hoje das empresas, do varejo, da indústria e também do setor rural", disse em entrevista a jornalistas durante evento da CNT (Confederação Nacional dos Transportes).

Antes disso, à plateia de representantes do setor, o ex-governador goiano atribuiu o crescimento da relação dívida-PIB (Produto Interno Bruto), hoje em 81,9%, a medidas populistas da gestão petista, que, segundo ele, também tem causado o endividamento da população.

Ele defendeu a aprovação de uma emenda constitucional em seu eventual governo para limitar o crescimento das despesas públicas a, no máximo, 50% do crescimento do PIB.

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Poder, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Poderlink

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