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Política Revisado por ULTRA AI

Relatório usado por Moraes recomenda 'monitoramento e coleta dirigida' sobre Mendonça e Messias

Documento diz que relação do advogado-geral da União com o ministro do STF aumenta a “percepção de risco” em torno de eventual nova indicação de Messias ao Supr

2 min de leitura
Relatório usado por Moraes recomenda 'monitoramento e coleta dirigida' sobre Mendonça e Messias

O relatório da Polícia Federal (PF) usado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), recomenda “monitoramento e coleta dirigida” sobre o ministro André Mendonça e sua relação com o advogado-geral da União, Jorge Messias.

  • Moraes pediu à PF relatórios de inteligência que citavam ministros do STF.

O documento enviado a Moraes faz a ressalva de que se trata de um relatório de inteligência de difusão restrita, sem caráter decisório e sem valor probatório.

A recomendação aparece ao final de uma análise sobre a atuação da Advocacia-Geral da União (AGU) e os riscos associados à relação entre Messias e Mendonça. O documento afirma que o tópico não permite “afirmação institucional, providência formal ou manifestação externa”, mas autoriza o monitoramento e a coleta.

O relatório afirma ainda que a relação de Messias com Mendonça aumentaria a “percepção de risco” em torno de uma eventual nova indicação do advogado-geral da União ao STF.

Segundo o documento, Mendonça estaria “aparentemente engajado em estratégia agressiva de alteração da correlação de forças no Tribunal”, com o objetivo de enfraquecer o grupo de ministros que, nas palavras do relatório, “atuou firmemente em defesa da democracia”.

O próprio relatório ressalva que a avaliação tem grau de confiança “baixo” e afirma que uma eventual circulação fora do ambiente restrito deveria ser submetida à decisão de um nível hierárquico superior ao do autor.

Segundo investigadores ouvidos pelo blog, foi com base nessas informações que Moraes fez um requerimento ao presidente do Supremo, Edson Fachin, para que investigasse o ministro André Mendonça.

Moraes também havia pedido a inclusão de Mendonça no Inquérito das Fake News. Nesta sexta-feira (4), Fachin retirou esse pedido de Moraes do inquérito e abriu o prazo de cinco dias para que a PGR e Mendonça se manifestem.

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Fontes consultadas

  • G1 Políticalink

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