Operação deflagrada nesta quinta-feira (10) investiga o suposto desvio de emendas de Frias pagas a entidades de propriedade da produtora Karina Ferreira da Gama.
- Dino proíbe Mario Frias de sair do país e ter contato com outros investigados.
- Produtora de filme sobre Bolsonaro comprou carro SUV com R$ 100 mil em dinheiro vivo.
- Ex-marqueteiro de Flávio Bolsonaro enviou R$ 1 milhão a produtora de Dark Horse.
Dark Horse" é um filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Investigadores identificaram que uma loja de roupas funciona no endereço fiscal apontado como sede pelo Super Leitores. Segundo a responsável pela empresa, Pamella Cristiane Dias, ela "utilizava uma sala no estabelecimento" na Grande São Paulo e depois mudou suas atividades para "regime domiciliar.
O g1 tenta contato com Pamella Cristiane Dias e aguarda posicionamento.
Karina Gama, produtora do filme 'Dark Horse', e o deputado Mario Frias (PL-SP) são alvos de ação da Polícia Federal, que cumpre mandados de busca nesta quinta-feira (10).
Suspeitas no processo de contratação.
A contratação do Super Leitores pelo ICB previa a criação de um projeto digital de nome "Projeto Jovens Empreendedores". O acordo incluía um kit pedagógico e licença de uso por 12 meses para cada usuário.
Em nota técnica, a PF indica que há "evidências de conluio" entre as empresas que concorreram com o Super Leitores nesta disputa, além de ocorrer "incongruência" de declarações da responsável pelo instituto com dados obtidos pela apuração.
A investigação identificou, por meio da Controladoria-Geral da União, que os metadados dos arquivos enviados pelo Super Leitores na concorrência indicam que a nota para pagamento do serviço foi emitida minutos antes de o instituto criar o orçamento que foi enviado para a disputa com outras empresas.
Os investigadores citam que a concorrência digital teve as mesmas empresas de outra disputa aberta pelo ICB, sendo que três delas têm os mesmos números de telefone e contador registrados em seus CNPJs.
A PF afirma que "a empresa contratada [Super Leitores] possui ligação com o grupo empresarial identificado nesta apuração.
Somadas, dez videoaulas tiveram 7 visualizações.
O ICB alegou que a opção foi feita por conta da "ampliação do escopo do serviço", com inclusão de roteirização, produção e gravação de 24 videoaulas autorais, "não contempladas nos orçamentos originalmente apresentados", de acordo com o instituto de Karina Ferreira da Gama.
Durante a investigação, a PF alega que Pamella Cristiane Dias foi ouvida pela CGU e disse "não ser responsável" pela plataforma relacionada à contratação feita pelo ICB.
Entretanto, ela consta como titular do registro do domínio vinculado à plataforma", afirma a PF.
Ainda segundo a Polícia Federal, o site do projeto foi criado em março de 2026, 11 meses depois da nota de pagamento ser emitida. As dez videoaulas "acumulavam apenas sete visualizações", conforme o relatório.
Números que se afiguram incompatíveis com a capacitação de 250 multiplicadores e o atendimento de 2. 250 estudantes", afirma a PF, sobre o objetivo previsto em contrato entre os dois institutos.
Em números
- PF diz que produtora de 'Dark Horse' que recebeu emendas de Frias pagou R$ 300 mil a instituto que
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