Documentos da investigação sobre o caso Master que tiveram o sigilo retirado por determinação do ministro André Mendonça detalham despesas com hospedagem e estrutura da produção do filme "Dark Horse", cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O valor abrange gastos com elenco, atores, figurantes, equipe técnica, produção executiva, equipamentos, figurino, logística, hospedagem, segurança, fornecedores e outros custos operacionais e indiretos.
Entre os gastos da produção estão aluguel de perucas e apliques, hospedagens, figurinos, aluguel de veículos, entre outros.
A produção cinematográfica é citada pela Polícia Federal como um dos elementos analisados na apuração sobre a destinação de recursos investigados no inquérito.
Os valores constam na quebra de sigilo das investigações relacionadas com o caso “Dark Horse” determinada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça na sexta-feira (11).
Entre os comprovantes reunidos na documentação da empresa GoUp, aparecem transferências para custear a estadia de integrantes da produção.
Além das despesas com acomodação, a documentação reúne gastos ligados à caracterização de personagens.
Os comprovantes incluem ainda gastos com perucas e outros itens de caracterização utilizados na produção de Dark Horse.
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