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Política Revisado por ULTRA AI

Nenhum risco é maior que risco-Bolsonaro

Dez lições sobre como atacar a vida, a liberdade, a economia e o país

3 min de leitura
Política — imagem padrão

A atenção da liga internacional da extrema direita se concentra hoje no Brasil. A liga tem sido laboratório de produção e exportação de técnicas para esvaziar regimes democráticos dos resquícios de autogoverno coletivo, eleições livres, proteção das liberdades.

Essa época histórica não se esgotará em dois ou três ciclos eleitorais.

Quem tenta se posicionar eleitoralmente nos moldes da antiga normalidade, entre esquerda e direita, entre mais ou menos Estado, mais ou menos política social, precisa se dar conta da enormidade de nosso tempo.

O Brasil tem um sócio master na liga internacional: os Bolsonaros. Nenhuma outra candidatura, por maiores que sejam seus riscos econômicos e sociais, tem a dimensão vital e existencial como o risco-Bolsonaro.

As provas são documentadas. Foram vividas por cidadãos nos últimos anos. Estão na memória do corpo e das emoções de quem conseguiu manter consciência humanista e autonomia do juízo no período.

Resumo as dez lições do risco-Bolsonaro.

A primeira está no curriculum vitae do pai e dos filhos. Note a onipresença de milicianos, 'rachadinhas', de dinheiro vivo, do interesse nacional subordinado a interesse familiar.

O filho-candidato foi um dos dois votos contra a CPI das milícias. O outro foi do mandante do assassinato de Marielle Franco. Flávio nunca explicou seu conceito de "legalização das milícias.

A segunda foi o uso da incivilidade performática não como grosseria e quebra de etiqueta pública, mas como autorização da violência numa sociedade de grupos tão vulneráveis como os de meninas forçadas à prostituição.

A terceira toca soberania nacional. Membro da família abandonou o cargo eletivo e vive nos EUA para trabalhar contra a economia nacional. Vivemos inédito regime de sanção econômica e na fila por nova intervenção de Trump.

A família recusa a não-subalternidade global.

A quarta é a Amazônia. A família optou por ausência do Estado, estímulo ao desmatamento e liberou crime organizado. Abdica da soberania territorial e renuncia à nossa maior riqueza para o século 21.

E turbina a mudança climática. Empobrecimento coletivo com enriquecimento privado de economias ilícitas.

A quinta foi o ataque a minorias sociais e a vozes dissidentes de professores, cientistas e jornalistas. A sala de aula gelou. A sexta é a ruína da capacidade estatal: o negacionismo, a desprofissionalização da burocracia e a volta ao Mapa da Fome são exemplos traduzidos em mortes.

A sétima foi o repertório de ilegalismos autoritários. Buscou desinstitucionalizar o que pôde, vencer instituições de controle pela ameaça e pela fadiga. Estimulou desrespeito a lei e assegurou leniência fiscalizatória.

A oitava foi a instrumentalização da fé. Converte disputa política numa guerra entre o bem e o mal, promove pânico moral e viola liberdade religiosa. Mas oferece contratos públicos, renúncia fiscal e perdão de dívidas a corporações eclesiásticas.

A nona é o desempenho econômico. As lições anteriores já impactam por si o potencial do PIB e do PIBB (Produto Interno da Brutalidade Brasileira), índices de correlação inversa.

A décima é a lição democrática. Se você duvida do golpe porque desconfia das provas do STF, leia as memórias do ex-comandante que disse não.

Um futuro melhor, hoje, começa pelo voto de redução de danos.

Fontes

Informação baseada em material público de Folha Poder, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • Folha Poderlink

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