A campanha do ex-prefeito de Recife e candidato ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), entrou com uma representação no TRE-PE (Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco) contra um suposto gabinete do ódio financiado com recursos públicos do governo do estado, comandado por Raquel Lyra (PSD).
O movimento é feito como uma reação ao fato de a governadora ter acionado a Justiça Eleitoral contra o suposto uso de robôs e uma máquina de perfis falsos que estariam atacando a atual gestão, como mostrou o Painel.
A campanha de Campos afirma, no entanto, que as acusações contra Lyra são antigas. No final do ano passado, deputados acionaram a PF (Polícia Federal) após denúncias de que um assessor dela estaria comandando uma milícia digital.
A ação quer preservar os conteúdos postados nas redes para uma eventual Ação de Investigação Judicial Eleitoral, que pode ser protocolada com o início oficial da campanha, em 16 de agosto.
Na peça protocolada nesta sexta-feira (7), a campanha de Campos afirma que os ataques vêm se repetindo ao longo do último ano.
"Novas ações se tornaram necessárias, porque os conteúdos removidos reapareceram e outros perfis passaram a reproduzir o mesmo material, porque a engrenagem não cessava quando uma única URL era retirada do ar", afirma um trecho do documento.
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Poder, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.