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Polícia

Mulher é presa por maus-tratos a pug resgatado em estado crítico em Aquidauana

3 min de leitura
Polícia — imagem padrão

Este foi o 2° caso registrado na cidade; animal estava com lesão na cabeça e infestado de parasitas.

Um pug debilitado, com lesão na cabeça e infestado de parasitas, foi resgatado de uma casa em Aquidauana, a cerca de 140 quilômetros de Campo Grande. A responsável pelo animal, uma mulher, foi presa em flagrante por maus-tratos na noite desta sexta-feira (11), após a Polícia Civil constatar as condições em que o cão era mantido.

Uma mulher foi presa em flagrante por maus-tratos a um pug em Aquidauana, a 140 km de Campo Grande. O cão foi encontrado debilitado, com lesão na cabeça e infestado de parasitas.

A delegada Tatiana Zyngier informou que a responsável já havia sido orientada e que policiais chegaram a levar ração ao local. O animal foi internado em clínica veterinária e a expectativa é de recuperação.

Conforme a Polícia Civil, o animal foi encontrado em condições precárias de saúde e levado para uma clínica veterinária. Devido ao estado de saúde, o pug permaneceu internado para tratamento.

A delegada Tatiana Zyngier e Silva explicou que a situação já havia chamado a atenção de policiais que moram ou atuam próximo ao imóvel. Segundo ela, a responsável já havia sido procurada informalmente e orientada sobre os cuidados com o animal.

Ainda conforme a delegada, policiais chegaram a oferecer ajuda à mulher. Um deles teria levado ração ao local em três ocasiões, mas, mesmo após as orientações, o estado do cachorro continuou se agravando.

Após a avaliação veterinária, a equipe retornou ao imóvel e prendeu a responsável. Ela foi encaminhada ao 1º Distrito Policial de Aquidauana para os procedimentos cabíveis.

O pug permanece sob cuidados veterinários e, segundo a delegada, a expectativa é que se recupere após o tratamento.

2° Caso - Nesta semana, Maria Gabriela Servantes Pereira, de 30 anos, foi presa em flagrante após gravar um vídeo em que aparece jogando uma cadelinha no chão e chutando o animal.

A cadelinha, que tinha cerca de 50 dias, foi resgatada e acolhida provisoriamente pela própria delegada Tatiana. O animal recebeu o nome de Esther e passou a conviver com os três cachorros da policial.

Durante a audiência de custódia, a defesa pediu a liberdade provisória, mas o juiz decidiu converter a prisão em flagrante em preventiva. Na decisão, o magistrado apontou que o crime previsto na Lei de Crimes Ambientais tem pena máxima superior a quatro anos, o que permite a decretação da prisão preventiva.

Em números

  • Uma mulher foi presa em flagrante por maus-tratos a um pug em Aquidauana, a 140 km de Campo Grande

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