A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula Silva (PT), processou o candidato do PL a presidente, Flávio Bolsonaro, por um vídeo em que a campanha de Flávio fez sobre Lulinha e o escândalo de desvios de recursos de aposentados do INSS.
Lulinha responde a três inquéritos que investigam tráfico de influência no Supremo Tribunal Federal.
Mendonça manda apagar vídeo de IA que relaciona Flávio Bolsonaro a Vorcaro.
Ministro do TSE entendeu que a peça cria uma realidade audiovisual inexistente e pode prejudicar a candidatura do presidenciável do PL.
Mendonça deve manter inquéritos de Lulinha no STF.
Avaliação é que ainda há possibilidade de surgirem elementos envolvendo autoridades com foro.
A defesa de Lulinha se queixa que os perfis de Flávio Bolsonaro nas redes sociais atribuem a ele condutas das quais ele não é alvo de investigação, como acusação de que ele seria “suspeito de ter roubado milhões de idosos no Brasil”.
O filho do presidente está sendo investigado por tráfico de influências no Supremo. A suspeita é de que ele tenha atuado para abrir as portas do governo para a amiga Roberta Luchsinger, lobista que tentava prospectar negócios no Poder Executivo nacional.
Ela já atuou ao lado do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, preso pela PF sob a suspeita de desviar recursos de aposentadorias e pensões do INSS.
No caso de Zema, o pedido de remoção do conteúdo foi negado pela Justiça.
Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.