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Dólar opera em queda, de olho em alta do petróleo e cenário eleitoral; Ibovespa sobe mais de 2%

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair.

3 min de leitura
Dólar opera em queda, de olho em alta do petróleo e cenário eleitoral; Ibovespa sobe mais de 2%

O dólar opera em queda nesta terça-feira, na volta dos negócios após o feriado do Dia da Independência do Brasil e do Dia do Trabalho (Labor Day, em inglês) nos Estados Unidos.

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  • Em meio às tensões, os preços do petróleo viviam um dia de alta. Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, subia 1,69%, cotado a US$ 98,64. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos EUA, avançava 2,60%, a US$ 93,86 o barril.
  • Lula (PT): 36% (eram 37% em 2 de setembro).
  • Flávio Bolsonaro (PL): 29% (eram 29%).
  • Augusto Cury (Avante): 8% (eram 10%).
  • Renan Santos (Missão): 3% (eram 3%).
  • Rui Costa Pimenta (PCO): 0 (era zero).
  • Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 0 (era zero).
  • Em branco/nulo/nenhum: 8% (eram 7%).

Entenda o que faz o preço do dólar subir ou cair.

Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.

Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra como está o cenário da eleição presidencial no Dia da Independência do Brasil, a menos de um mês do 1º turno -- que acontecerá em 4 de outubro.

Veja os números da pesquisa estimulada, em que a Quaest mostra aos eleitores entrevistados os nomes dos candidatos. Entre parênteses, o resultado da pesquisa anterior, do dia 2 de setembro.

Veja, abaixo, os números do cenário de 1º turno sem Pablo Marçal.

Contratada pela Globo e pelo jornal O Globo, a Quaest entrevistou 2. 004 pessoas de 16 anos ou mais em todo o país, entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-01720/2026.

Nos Estados Unidos, os três principais índices de Wall Street operam em queda, conforme investidores avaliavam a escalada das tensões no Oriente Médio e aguardavam os novos dados de inflação, previstos para esta semana.

Perto das 11h30, o Dow Jones caía 1,25%, o S&P 500 tinha perdas de 0,51% e o Nasdaq Composite desvalorizava 0,48%.

Na Europa, a maioria das bolsas locais também operava em queda. Entre os principais índices da região, o DAX, da Alemanha, caía 0,30% no mesmo horário, enquanto o CAC-40, da França, perdia 0,17%.

O FTSE 100, do Reino Unido, ia na contramão e subia 0,08%.

As bolsas asiáticas tiveram desempenho misto. Em Xangai, um ligeiro avanço foi impulsionado pelos setores agrícola, de energia e de ouro. As ações de tecnologia, no entanto, fizeram pressão de baixa.

O SSEC, índice de Xangai subiu 0,2%, enquanto o CSI300, que reúne as maiores empresas das bolsas de Xangai e Shenzhen, recuou 0,36%. Já o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 0,38%.

Entre os demais mercados da região, o índice Nikkei, do Japão, teve perdas de 1,70%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, teve desvalorização de 0,58%.

* Com informações da agência de notícias Reuters.

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Fontes consultadas

  • G1 Economialink

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